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Perfil dos candidatos

 

Rio de Janeiro (RJ)

Eider Dantas

DEM (Democratas) - número 25678

Eider Ribeiro Dantas Filho Nome completo: Eider Ribeiro Dantas Filho
Idade: 61 anos *
Sexo: masculino
Natural de: Natal (RN)
Estado civil: casado
Grau de instrução declarado: superior incompleto
Ocupação declarada: pecuarista
Patrimônio declarado: R$ 1.699.421,54

Veja a página do candidato no TSE

Tem mandato atualmente?

Não.

Cinco perguntas para o candidato

  1. Concorda com a candidatura de pessoas que respondem a processo na Justiça?

    A vida pregressa de um político deve servir de base para que ele se torne candidato. É preciso melhorar a oferta de candidatos para o povo, não dá mais para eleger bandido assumido. Porém, temos de ter bom senso quanto à natureza dos processos para não cometermos injustiça. Para tornar o processo mais transparente para o eleitor e mais justo, o ideal seria que estes casos fossem julgados antes das convenções partidárias, o que permitiria a candidatura apenas dos que forem inocentados pela Justiça.

  2. Qual é o principal problema da cidade e que solução você propõe?

    A Segurança Pública. Mesmo sendo a segurança uma atribuição do Governo do Estado, o município pode ajudar com uma parceria de inteligência entre a Guarda Municipal e as polícias militar e civil. Além disso, deve treinar a guarda para que esta funcione como suporte para as polícias e instalar mais de 2000 câmeras pela cidade nas áreas mais sensíveis, todas ligadas a uma central operada em conjunto com as polícias.

  3. Como melhorar a produtividade e eficiência da Câmara?

    A Câmara Municipal tem de funcionar de segunda até sexta e sem recesso no meio do ano. Só com essas duas medidas, a produtividade já melhoraria muito. A informatização dos processos legislativos aumentaria a eficiência e reduziria os custos. As comissões de trabalho também poderiam ser reduzidas e otimizadas.

  4. Apoiaria um projeto que reduzisse o número de assessores de vereadores (hoje são 20)?

    Sim, pois o corte se reflete em redução de custos que, no fim, significa menos impostos. Além disso, com talvez metade desse número de assessores já seja possível montar uma estrutura que permita ao vereador cumprir com suas obrigações.

  5. Cite dois projetos que, se leito, você pretende apresentar.

    Um projeto de lei para assegurar que os recursos referentes às tarifas de esgoto da zona oeste do Rio – hoje repassados pela Cedae (Companhia Estadual de Águas e Esgoto do Estado do Rio) à prefeitura - sejam gastos exclusivamente em obras de saneamento na região. Um outro para obrigar a prefeitura a criar dois portais na internet, um de transparência de suas contas de forma didática e outro de licitações.

No arquivo da Folha

  • 11.dez.1999 – O TCE (Tribunal de Contas do Estado) encaminha ao governo do Estado do Rio a exigência de que apresente todas as notas fiscais de equipamentos adquiridos na execução do "Projeto Delegacia Legal". A manifestação do TCE foi motivada por três representações diferentes, apresentadas pelo deputado estadual Eider Dantas (PTB), pela Associação dos Delegados de Polícia e pela Comissão de Orçamento, Finanças, Tributação, Fiscalização Financeira e Controle da Assembléia Legislativa do Rio. O deputado Dantas disse ontem que entrará com um requerimento na Assembléia pedindo a abertura de uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) para investigar as contas do projeto.
  • 2.jun.2006 – Cesar Maia não terá mais que suportar as provocações do "aliado" PSDB, que fazia piada do fato de o candidato dele, Eider Dantas, estar em quinto na disputa pelo governo do Rio. Eider abandonou a campanha. Maia vai apoiar a candidatura de Denise Frossard (PPS).
  • 1º.dez.2006 – Depois de ser anunciado a um custo de R$ 60 milhões em janeiro de 2003, o estádio olímpico a ser construído para os Jogos Pan-Americanos chegou a R$ 315 milhões no mês passado. O secretário de Obras do Rio, Eider Dantas, agora informa nova mudança: R$ 350 milhões, oriundos dos cofres municipais, até o término das obras.
  • 2.dez.2006 – Vereadores cariocas atacam a prefeitura pela alta nos custos do principal palco dos Jogos Pan-Americanos. O secretário municipal de Obras, Eider Dantas, disse que não houve aumento no custo do Engenhão, como é chamado o estádio. "Há o projeto básico e o projeto executivo. O projeto executivo é um projeto completo", disse Dantas, citando que o valor atual se refere ao projeto executivo. Par o vereador Stepan Nercessian (PPS), o custo do estádio olímpico João Havelange "é uma caixa-preta". "O pior de tudo é ouvir da prefeitura que isso é normal", disse o vereador.
  • 7.mar.2007 – O custo dos Jogos Pan-Americanos de julho para os cofres públicos já é 684% maior do que o previsto em 2002. Em proporção, o que consumiria R$ 1 vai exigir quase R$ 8. Há cinco anos a União, o Estado e o município do Rio de Janeiro afirmaram por escrito que, juntos, gastariam R$ 409 milhões (em valores atualizados pela inflação). A conta hoje alcança R$ 3,2 bilhões. O secretário municipal de Obras do Rio, Eider Dantas, afirmou à Folha em dezembro que "o político prefere chutar para baixo, e não para cima".
  • 15.mar.2007 – A Vila do Pan será aberta sem estar pronta. O secretário municipal de Obras, Eider Dantas, disse que todo o projeto de infra-estrutura será concluído até 10 de julho, três dias antes de a competição começar. Mas a abertura do local às delegações está prevista para o dia 3. Um dos motivos para o atraso dos serviços no entorno é a demora para a liberação de R$ 53 milhões do governo federal por problemas burocráticos.
  • 29.mar.2007 – Após gastar R$ 380 milhões para erguer o Estádio Olímpico João Havelange, a Prefeitura do Rio vai repassar a obra para a iniciativa privada. O anúncio foi feito ontem à tarde pelo secretário municipal de Obras, Eider Dantas, responsável pela construção. Apesar do alto investimento da prefeitura na obra, ele admitiu que é "impossível" o município ter o retorno na licitação. "Mas não é mau negócio. Vamos deixar de ter a despesa para sustentá-lo, que será de cerca de R$ 250 mil mensais.
  • 25.out.2007 – Autoridades estaduais e municipais do Rio deram justificativas desencontradas sobre as causas que levaram 3.000 toneladas de terra a paralisar o trânsito na cidade. O secretário Municipal de Obras, Eider Dantas, atribuiu o deslizamento exclusivamente à chuva. "O muro de contenção fez seu trabalho. Não rachou, não quebrou e não cedeu. A terra passou sobre o muro.

Fontes: TSE, TRE, arquivo da Folha de S.Paulo e o site www.politicosdobrasil.com.br
* Idade no dia da votação de primeiro turno
** As perguntas foram enviadas aos diretórios municipais dos partidos. Se você ainda não respondeu, entre em contato aqui.

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