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Perfil dos candidatos

 

Rio de Janeiro (RJ)

Patricia Amorim

PSDB (Partido da Social Democracia Brasileira) - número 45007

Patricia Amorim Sihman Nome completo: Patricia Amorim Sihman
Idade: 39 anos *
Sexo: feminino
Natural de: Rio de Janeiro (RJ)
Estado civil: casada
Grau de instrução declarado: superior completo
Ocupação declarada: vereadora
Patrimônio declarado: R$ 129.679,89

Veja a página do candidato no TSE

Tem mandato atualmente?

Sim.

Na atual câmara dos vereadores

  • Projetos apresentados: 32 (16 referentes a homenagens, datas comemorativas e regras internas da Câmara e 16 referentes a leis nas áreas de educação, saúde, trânsito, arquitetura e urbanismo, habitação, saneamento, ambiente, cultura, comércio, tributação)
  • Projetos aprovados: 17
  • Presença nas sessões (a partir de abril de 2007): 98% das 109 sessões, o que equivale a 107 sessões.

Como se comportou em dez votações importantes:

  1. Publicidade de cigarros e bebidas alcoólicas: Proíbe a veiculação de publicidade de cigarros e de bebidas alcoólicas. Aprovado na Câmara, o projeto foi totalmente vetado pelo Executivo. Os vereadores mantiveram o veto, e o projeto foi arquivado em 15 de junho de 2005.: contra
  2. Pardais durante a noite: Determina a desativação dos pardais eletrônicos no período das 22h às 6h. A Lei 4319/2006 foi promulgada no dia 27 de abril de 2006. Em 18 de outubro de 2006, a prefeitura entrou na Justiça com uma representação de inconstitucionalidade, que ainda aguarda julgamento.: presente em votação simbólica
  3. Auxílio saúde para servidores da Câmara: Cria, no âmbito da Câmara Municipal do Rio, o auxílio saúde, a ser pago a seus servidores. A Lei 4273/2006, que levou apenas 34 dias desde a sua apresentação até a sua aprovação, foi promulgada no dia 16 de janeiro de 2006.: ausente
  4. Utilização do dinheiro doado para programas voltados à criança e ao adolescente: Obriga as empresas privadas que realizem campanhas para arrecadar recursos para programas sociais para as crianças e os jovens a divulgar, trimestralmente, como o dinheiro foi utilizado. A Lei 4150/2005 foi promulgada no dia 10 de agosto de 2005.: a favor
  5. Ocupação das calçadas: Estabelece padrões para a utilização de calçadas e áreas públicas pelo comércio, bares, restaurantes, hotéis e similares. O projeto, que deu origem à Lei 4670/2007, foi promulgado no dia 2 de outubro de 2007. A prefeitura contesta o projeto na Justiça.: ausente
  6. Desinstalação de atividades poluidoras: Estabelece regras para a desinstalação, desativação ou encerramento de atividades que poluem ou que atuem no processamento, armazenamento e circulação de substâncias nocivas à saúde pública ou ao ambiente. A Lei Complementar 90/2008 foi sancionada em 20 de maio de 2008.: a favor
  7. Campanhas sócio-educativas nos cinemas: Obriga todas as empresas que administram cinemas instalados no município do Rio a ceder ao poder público municipal um minuto antes das sessões para realização de campanhas sócio-educativas. A Lei 4336/2006 foi promulgada em 10 de maio de 2006.: ausente
  8. Plano de saúde para casais homossexuais: Autoriza o Poder Executivo a incluir, como dependentes no plano de saúde da prefeitura, os companheiros do mesmo sexo dos servidores municipais. A Lei 4556/2007 foi aprovada na Câmara no dia 26 de junho de 2007 e sancionada pelo prefeito no dia 18 de julho.: presente em votação simbólica
  9. Rampas para deficientes: As concessionárias de serviços públicos e empresas públicas e privadas ficam obrigadas a criar rampas de acesso, próximas a semáforos, para portadores de deficiência física e de necessidades especiais - quando da execução de obras. A Lei 4837/2008 foi sancionada em 20 de maio de 2008.: a favor
  10. Lançamento de óleo no esgoto: Veda estabelecimentos comerciais e industriais a lançarem óleos comestíveis na rede de esgoto do município. O projeto, que foi aprovado na Câmara, recebeu veto total do Executivo. O veto foi publicado no Diário Oficial no dia 11 de junho de 2008.: ausente

Como entrar em contato com o candidato

patricia.amorim@camara.rj.gov.br

Cinco perguntas para o candidato

  1. Concorda com a candidatura de pessoas que respondem a processo na Justiça?

    **

  2. Qual é o principal problema da cidade e que solução você propõe?

    **

  3. Como melhorar a produtividade e eficiência da Câmara?

    **

  4. Apoiaria um projeto que reduzisse o número de assessores de vereadores (hoje são 20)?

    **

  5. Cite dois projetos que, se leito, você pretende apresentar.

    **

No arquivo da Folha

  • 12.mai.2000 - Distante da política partidária, a ex-nadadora Patrícia Amorim se filiou ao PMDB por causa das cores da bandeira do partido. "Escolhi o PMDB porque as suas cores (vermelho e preto) são as mesmas do Flamengo", afirma Patrícia, dando o tom apartidário de sua campanha. Para conseguir uma das cadeiras na Câmara dos Vereadores do Rio, Patrícia vai participar de todos os eventos e solenidades do Flamengo até a eleição. "Sempre fui aos jogos de futebol, basquete e vôlei. A única diferença é que estarei lá como candidata", disse.
  • 12.mai.2000 - Seguindo os passos do Vasco nos anos 90, o Flamengo deu início a uma ofensiva para formar uma bancada parlamentar. Desde o início do mês, os dirigentes do clube fazem campanha para eleger vereadora nas eleições de outubro a ex-nadadora Patrícia Amorim. "Nos últimos anos, perdemos muito espaço para o Vasco. A minha candidatura é para defender o clube em todos os poderes", disse Patrícia, adotando o discurso do "clubismo acima de tudo". Com essa estratégia, o vice-presidente de futebol do Vasco, Eurico Miranda (PPB), já garantiu dois mandatos como deputado federal pelo Rio de Janeiro. "Ultimamente, o Vasco conseguiu um terreno do governo federal para construir uma vila olímpica, mudou o nome do bairro onde fica o seu estádio, entre outras coisas. Vou tentar fazer o mesmo pelo Flamengo", disse ela, que bateu 29 recordes sul-americanos nos anos 80.
  • 05.out.2000 - A eleição para a Câmara do Rio consagrou um tipo de voto que não foi implantado no Brasil, mas existe na prática: o voto distrital. Dos 42 eleitos para a Câmara, 24 têm bases eleitorais definidas em bairros e muitos mantêm centros comunitários para atendimento da população. A seguir, vem o pelotão de 12 vereadores chamados de "temáticos" ou "institucionais", eleitos por grupos específicos, de igrejas a funkeiros. A vereadora Patrícia Amorim (PMDB), ex-nadadora do Flamengo, foi eleita pedindo votos ao torcedor rubro-negro. Típico representante do voto ideológico, o petista Eliomar Coelho diz que a eleição de "vereadores comunitários" é o resgate de uma época clientelista da política carioca, em que cada líder tinha seu próprio feudo. "Isso é da época de Chagas Freitas (ex-governador) e voltou quando Cesar Maia recriou os "prefeitinhos" dos bairros, seis deles eleitos. Vereador não é para defender só um bairro, é para legislar e pensar a cidade como um todo", reclama.
  • 18.jul.2004 - Dos 42 vereadores cariocas, 40 tentam a reeleição. Alguns destes declararam patrimônio menor do que em 2000. São os casos de Argemiro Pimentel (PFL), Eliomar Coelho (PT), Ivan Moreira (PFL), Patrícia Amorim (PFL), Romualdo Boaventura (PFL) e Sami Jorge (PDT).
  • 11.jan.2005 - Patrícia Amorim afirma que a Prefeitura do Rio não tem ajudado os grandes clubes do Rio -Flamengo, Fluminense, Vasco e Botafogo-, que enfrentam dificuldades econômicas sérias. "Todos eles são um patrimônio cultural e esportivo do carioca. A prefeitura tem que colaborar com os clubes", afirma a vereadora. O Vasco já ameaçou retirar o logo do Pan de sua camisa. Segundo o clube, a prefeitura não pagou os R$ 2,4 milhões que prometera. "Buscamos opções, quem sabe investir em centros de treinamento, à impossibilidade de aplicarmos nos clubes por seus débitos fiscais", diz o prefeito, Cesar Maia. Os patrocínios da prefeitura, até o momento, passaram longe dos clubes. No basquete, houve associação com a empresa de telefonia Telemar. No vôlei, a prefeitura fez parceria com o Rexona.
  • 11.jan.2005 - Patrícia Amorim deixou a Secretaria Especial de Assuntos Estratégicos da Prefeitura do Rio criticando o planejamento para o Pan de 2007. Para ela, o poder municipal está mais preocupado com grandes obras do que em investir na formação de atletas. Patrícia, que reassumiu o cargo de vereadora na cidade, integra o PFL, mesmo partido do prefeito Cesar Maia. Para ela, o Rio corre o risco de não ter nenhum representante entre as estrelas do Brasil que irão disputar o próximo Pan. "Estamos arriscados a promover uma festa para os outros países. Se quiser ultrapassar o Canadá em número de medalhas e chegar próximo a Cuba, é necessário investimento. O Pan será no Rio e deve ser um evento para os cariocas e os brasileiros", diz ela. Para Patrícia, até o momento, o governo tenta viabilizar obras de infra-estrutura, caso da Vila Pan-Americana, que deve custar cerca de R$ 220 milhões. "Esse investimento é necessário, mas vou brigar pela minha área. De um modo geral, o esporte olímpico está abandonado no Rio", critica ela. Para Cesar Maia, porém, a infra-estrutura é a prioridade agora. "A construção de arenas é nossa obrigação por causa do contrato assinado com a Odepa [Organização Desportiva Pan-Americana}", aponta.
  • 15.ago.2007 - Inconformados com o adiamento da CPI, os vereadores Eliomar Coelho (PSOL) e Patrícia Amorim (PSDB) prometem investigação própria e levar as conclusões à imprensa. Têm a ajuda do TCU, da Polícia Federal e de deputados federais, informa nota no Painel FC.
  • 16.ago.2007 - "Há um desconforto sobre várias coisas que aconteceram no Pan. Se não quiserem apurar, o desconforto vai virar desconfiança", disse Patrícia Amorim (PSDB), em nota no Painel FC.

Fontes: TSE, TRE, arquivo da Folha de S.Paulo e o site www.politicosdobrasil.com.br
* Idade no dia da votação de primeiro turno
** As perguntas foram enviadas aos diretórios municipais dos partidos. Se você ainda não respondeu, entre em contato aqui.

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