14/06/2006
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15h04
A seleção dos EUA, que sofreu uma das derrotas mais elásticas até agora na Copa da Alemanha, ganhará um reforço militar para sua segunda partida.
A delegação ficará hospedada na base americana de Ramstein, perto de Kaiserlautern, onde enfrentará a Itália neste sábado.
Assim, para a equipe americana, será como atuar em casa. Como a base é a maior da Força Aérea dos EUA no exterior e abriga 50 mil pessoas, a expectativa dos jogadores é de uma presença maciça de compatriotas no estádio.
"Será como jogar em casa, porque tenho certeza que vai estar cheio de americanos nos incentivando", disse o atacante Johnson. A seleção dos EUA vai precisar mesmo de apoio, porque uma nova derrota praticamente lhe eliminaria da Copa.
Os jogadores estão ansiosos também com a chance de retomar, por alguns dias, seus hábitos. "É como estar em uma cidade americana", disse o atacante Convey. "Nós nos sentiremos como em casa, comeremos nossa comida e poderemos ver nossas séries de TV favoritas", acrescentou.
Com agências internacionais
Especial
Leia cobertura completa da Copa do Mundo-2006
Jogadores dos EUA esperam ter apoio militar para enfrentar a Itália
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da Folha de S.PauloA seleção dos EUA, que sofreu uma das derrotas mais elásticas até agora na Copa da Alemanha, ganhará um reforço militar para sua segunda partida.
A delegação ficará hospedada na base americana de Ramstein, perto de Kaiserlautern, onde enfrentará a Itália neste sábado.
Assim, para a equipe americana, será como atuar em casa. Como a base é a maior da Força Aérea dos EUA no exterior e abriga 50 mil pessoas, a expectativa dos jogadores é de uma presença maciça de compatriotas no estádio.
"Será como jogar em casa, porque tenho certeza que vai estar cheio de americanos nos incentivando", disse o atacante Johnson. A seleção dos EUA vai precisar mesmo de apoio, porque uma nova derrota praticamente lhe eliminaria da Copa.
Os jogadores estão ansiosos também com a chance de retomar, por alguns dias, seus hábitos. "É como estar em uma cidade americana", disse o atacante Convey. "Nós nos sentiremos como em casa, comeremos nossa comida e poderemos ver nossas séries de TV favoritas", acrescentou.
Com agências internacionais
Especial

