18/05/2007
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13h35
O governo da China teme que grupos terroristas cometam ataques ao longo do caminho que a tocha olímpica percorrerá, tanto no território chinês quanto em outras nações, com o objetivo de prejudicar a imagem do país durante a organização dos Jogos Olímpicos.
"Qualquer coisa pode acontecer conosco, tanto na rota doméstica quanto na estrangeira, em que poderia ocorrer algum ataque terrorista. As forças hostis existentes contra a China tentarão prejudicar a imagem internacional do país por meio dos Jogos Olímpicos", disse à agência "Xinhua" o chefe do departamento de segurança do comitê organizador de Pequim-2008, Zhang Shuyuan.
Zhang disse ter consciência de que grupos separatistas e movimentos pró-direitos humanos locais e internacionais vêem nos Jogos Olímpicos uma oportunidade para promover suas causas.
No percurso, alpinistas levarão a tocha olímpica ao topo do monte Everest, na fronteira entre o Nepal e a China, na região do Tibete, que Pequim ocupou em 1959.
A segurança é a principal prioridade da China para os Jogos. Segundo Zhang, ninguém, nem mesmo as maiores autoridades, escapará do rígido controle de segurança.
"Este passo é vital para alcançar a meta de realizar Jogos seguros. Ninguém é exceção à regra, nem sequer os oficiais de alto escalão. Todo o mundo se submeterá a um controle de segurança", afirmou.
Todos os locais onde serão realizadas as provas terão um amplo sistema de segurança antes e durante os Jogos. Os responsáveis checarão os antecedentes de todos os que tiverem acesso aos estádios, inclusive de atletas, árbitros, treinadores e oficiais.
A polícia de Pequim começou um período de treinamento que durará até o final do ano, concentrado em práticas de vigilância e patrulhamento. As brigadas antiterroristas deverão criar um grupo extra para tratar de emergências e de pessoas relacionadas a possíveis atividades terroristas.
As 26 provas pré-olímpicas, que serão realizadas em Pequim no segundo semestre, servirão para testar até que ponto a capital chinesa está preparada para lidar com possíveis atentados ou revoltas.
Especial
Leia o que já foi publicado sobre os Jogos Olímpicos de Pequim-2008
China teme ataques terroristas na rota da tocha olímpica
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da EfeO governo da China teme que grupos terroristas cometam ataques ao longo do caminho que a tocha olímpica percorrerá, tanto no território chinês quanto em outras nações, com o objetivo de prejudicar a imagem do país durante a organização dos Jogos Olímpicos.
"Qualquer coisa pode acontecer conosco, tanto na rota doméstica quanto na estrangeira, em que poderia ocorrer algum ataque terrorista. As forças hostis existentes contra a China tentarão prejudicar a imagem internacional do país por meio dos Jogos Olímpicos", disse à agência "Xinhua" o chefe do departamento de segurança do comitê organizador de Pequim-2008, Zhang Shuyuan.
Zhang disse ter consciência de que grupos separatistas e movimentos pró-direitos humanos locais e internacionais vêem nos Jogos Olímpicos uma oportunidade para promover suas causas.
No percurso, alpinistas levarão a tocha olímpica ao topo do monte Everest, na fronteira entre o Nepal e a China, na região do Tibete, que Pequim ocupou em 1959.
A segurança é a principal prioridade da China para os Jogos. Segundo Zhang, ninguém, nem mesmo as maiores autoridades, escapará do rígido controle de segurança.
"Este passo é vital para alcançar a meta de realizar Jogos seguros. Ninguém é exceção à regra, nem sequer os oficiais de alto escalão. Todo o mundo se submeterá a um controle de segurança", afirmou.
Todos os locais onde serão realizadas as provas terão um amplo sistema de segurança antes e durante os Jogos. Os responsáveis checarão os antecedentes de todos os que tiverem acesso aos estádios, inclusive de atletas, árbitros, treinadores e oficiais.
A polícia de Pequim começou um período de treinamento que durará até o final do ano, concentrado em práticas de vigilância e patrulhamento. As brigadas antiterroristas deverão criar um grupo extra para tratar de emergências e de pessoas relacionadas a possíveis atividades terroristas.
As 26 provas pré-olímpicas, que serão realizadas em Pequim no segundo semestre, servirão para testar até que ponto a capital chinesa está preparada para lidar com possíveis atentados ou revoltas.
Especial

