França veta broche pró-direitos humanos nos Jogos Olímpicos
da Folha Online
O presidente do CNOSF (Comitê Olímpico Francês), Henri Sérandour, anunciou que a entidade não permitirá que os atletas do seu país utilizem um broche a favor dos direitos humanos durante os Jogos de Pequim.
No dia 4 de abril, cerca de 20 atletas franceses haviam dito que usariam uma insígnia com a inscrição "por um mundo melhor" em apoio à questão da defesa dos direitos humanos na China. A idéia contava com o apoio do secretário de Estado (ministro) de Esportes francês, Bernard Laporte.
"Não se pode levar uma insígnia por uma ou outra causa. Vamos respeitar a carta que diz que nenhuma manifestação pode ser realizada durante as competições e as cerimônias de abertura e encerramento", disse Sérandour, em entrevista à televisão do diário "L'Équipe".
O veto ao broche está amparado pelo artigo 51 da Carta Olímpica, que diz que "nenhuma manifestação ou propaganda política, religiosa ou racial está autorizada nos recintos olímpicos".
Com agências internacionais
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