Coronel Marinho desmente choro de Maria Eliza em clássico
da Lancepress
O chefe da Comissão de Arbitragem da Federação Paulista de Futebol, o coronel Marcos Marinho, afirmou nesta terça-feira que a assistente Maria Eliza Barbosa não chorou no vestiário após o primeiro tempo do clássico de domingo, na vitória de 2 a 1 do São Paulo sobre o Palmeiras.
"Ela não chorou, é uma invenção e não existiu. Colocaram que eu desci para o vestiário, não fiz nada disso. É inconveniente entrar em contato com o árbitro numa situação dessas", disse Marinho, em entrevista para a Band.
Marinho também lamentou o erro no gol de mão de Adriano, o primeiro do São Paulo, mas afirmou que decisão foi do árbitro e que essas coisas fazem parte do futebol.
"Aquele discurso já preparado [sobre os árbitros beneficiarem o Palmeiras no próximo jogo], é normal, faz parte do futebol. Minha preocupação é que o árbitro não entre nesta onda. Os três estão totalmente conscientes disso, com o dever de fazer o melhor dentro de campo", disse o dirigente.
Ele aproveitou para dar um recado ao técnico Vanderlei Luxemburgo, do Palmeiras. "Sempre vou estar dentro do campo. Eu não vou deixar de fazer meu trabalho."
Luxa reclamou que Marinho ficou o tempo todo no gramado, inibindo o árbitro e seus assistentes. O comandante palmeirense também afirmou que Marinho o olhou em todos os lances do jogo.
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