21/05/2002
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08h01
da Folha Online
O hábil meia francês Pires, o zagueiro argentino Vivas, o lateral italiano Gianluca Pessotto, os portugueses Simão Sabrosa e Sá Pinto, o alemão Sebastián Deisler, o capitão costarriquenho Reynaldo Parks, o irlandês Carr, os alemães Nowotny e Woerns, o belga Baseggio, o norte-americano Chris Armas e o turco Sergen Yalçin.
Alguns famosos, outros, nem tanto. Em comum, além de serem peças fundamentais em suas seleções, todos vivem agora o drama de ficar fora da Copa-2002 pelo mesmo motivo: lesão no joelho.
Essa articulação é a mais comprometida na prática do futebol e a responsável pelas contusões mais complexas.
"Um estudo sobre a biomecânica do futebol mostra que o joelho de um atleta é submetido a um movimento, em média, a cada seis segundos e isso causa um grande impacto na articulação", afirma o professor de medicina Moisés Cohen, chefe do Setor de Traumatologia do Esporte da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) e um dos maiores especilistas em joelho no país.
Joelhos aposentaram muitos craques do mundo inteiro mais cedo, em toda a história. E outros tantos vivenciaram o transtorno de uma contusão desse tipo e ficaram no estaleiro por longos meses, como Zico, Raí, Romário, Careca, Reinaldo, entre outros.
Na seleção brasileira desta Copa, Ronaldo, Rivaldo, Luizão e Emerson, por exemplo, já tiveram ou têm problemas na articulação.
Na França-1998, ficaram fora por esse motivo o meia McAllister, então astro da Escócia, o inglês Fowler e o líbero e líder alemão, Mathias Sammer.
As diferentes espécies de contusão no joelho costumam deixar os atletas fora dos gramados por mais tempo, porque, na maioria dos casos, exigem uma intervenção cirúrgica.
"Hoje em dia é mais fácil diagnosticar o tipo de trauma, e as técnicas cirúrgicas estão cada vez mais avançadas. Quase todas as lesões são passíveis de tratamento", afirma o médico do Corinthians, Joaquim Grava, que integrou a seleção de Wanderley Luxemburgo, em 1999.
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Joelho é responsável pelas contusões mais complexas do futebol
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SILVIO NAVARROda Folha Online
O hábil meia francês Pires, o zagueiro argentino Vivas, o lateral italiano Gianluca Pessotto, os portugueses Simão Sabrosa e Sá Pinto, o alemão Sebastián Deisler, o capitão costarriquenho Reynaldo Parks, o irlandês Carr, os alemães Nowotny e Woerns, o belga Baseggio, o norte-americano Chris Armas e o turco Sergen Yalçin.
Alguns famosos, outros, nem tanto. Em comum, além de serem peças fundamentais em suas seleções, todos vivem agora o drama de ficar fora da Copa-2002 pelo mesmo motivo: lesão no joelho.
Essa articulação é a mais comprometida na prática do futebol e a responsável pelas contusões mais complexas.
"Um estudo sobre a biomecânica do futebol mostra que o joelho de um atleta é submetido a um movimento, em média, a cada seis segundos e isso causa um grande impacto na articulação", afirma o professor de medicina Moisés Cohen, chefe do Setor de Traumatologia do Esporte da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) e um dos maiores especilistas em joelho no país.
Joelhos aposentaram muitos craques do mundo inteiro mais cedo, em toda a história. E outros tantos vivenciaram o transtorno de uma contusão desse tipo e ficaram no estaleiro por longos meses, como Zico, Raí, Romário, Careca, Reinaldo, entre outros.
Na seleção brasileira desta Copa, Ronaldo, Rivaldo, Luizão e Emerson, por exemplo, já tiveram ou têm problemas na articulação.
Na França-1998, ficaram fora por esse motivo o meia McAllister, então astro da Escócia, o inglês Fowler e o líbero e líder alemão, Mathias Sammer.
As diferentes espécies de contusão no joelho costumam deixar os atletas fora dos gramados por mais tempo, porque, na maioria dos casos, exigem uma intervenção cirúrgica.
"Hoje em dia é mais fácil diagnosticar o tipo de trauma, e as técnicas cirúrgicas estão cada vez mais avançadas. Quase todas as lesões são passíveis de tratamento", afirma o médico do Corinthians, Joaquim Grava, que integrou a seleção de Wanderley Luxemburgo, em 1999.
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