Por Branco, renda da final da Libertadores é penhorada
da Folha de S.Paulo, no Rio
Além de perder a Libertadores, o Fluminense teve parte da renda de R$ 3,9 milhões penhorada por decisão da Justiça do Trabalho em favor do coordenador de futebol do clube, Branco.
O ex-jogador ganhou uma indenização de cerca de R$ 2,8 milhões do Fluminense. Ele entrou na Justiça porque em 1994 o clube não pagou o seu salário nos três meses que ficou na seleção brasileira. O valor da renda penhorada não foi informada pelo ex-atleta nem pelo clube.
"Desconheço esta notícia, mas reconheço que processo o clube. Isto todos sabiam. Só não aceito virar o vilão", disse o ex-lateral, que é o principal responsável pela administração do futebol do time.
Branco não escondeu irritação com a divulgação da notícia da penhora da renda. "O dinheiro que estou cobrando era da CBF, que em 1994 repassou o meu salário ao Fluminense, e eu não vi a cor desse dinheiro. Isso se chama apropriação indébita. Neste caso, estou com toda a razão", disse Branco.
Apesar de o clube ter proposta para vários jogadores atuar na Europa, o técnico Renato Gaúcho garantiu que o time não será desfeito.
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