China ignora pedido do COI e mantém censura à internet
da Ansa
O porta-voz do Bocog (Comitê Organizador dos Jogos de Pequim), Sun Weide, confirmou nesta quarta-feira que a censura na China a sites de internet continuará durante a Olimpíada, mesmo após as promessas de liberação do acesso à rede feitas ao COI (Comitê Olímpico Internacional).
Os jornalistas estrangeiros na China lamentam não ter acesso a uma série de sites, dentre os quais os de organizações de exilados tibetanos e portais de alguns grupos cristãos, como por exemplo, o do Pontifício Instituto das Missões Estrangeiras.
Weide declarou que somente os portais relacionados à seita religiosa Falun Gong continuarão sob censura, pois a organização é proibida na China.
Segundo as organizações humanitárias internacionais, os seguidores da seita constituem o núcleo mais numeroso dos cerca de 25 mil chineses censurados. O COI prometeu na terça investigar as denúncias feitas pelos jornalistas nos últimos dias.
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