Esporte
20/08/2008 - 06h05

Para técnico, estratégia tirou medalha de brasileiras na maratona aquática

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da Folha Online

O técnico da nadadora brasileira Ana Marcela Cunha, Márcio Latuf, admitiu nesta quarta-feira que um erro de estratégia tirou as chances de sua pupila e de Poliana Okimoto brigarem por uma medalha na prova de maratona aquática dos Jogos Olímpicos de Pequim.

Toby Melville/Reuters
Ana Marcela Cunha (frente) nada ao lado de sua compatriota Poliana Okimoto na primeira edição olímpica da maratona aquática.
Ana Marcela Cunha (frente) nada ao lado de sua compatriota Poliana Okimoto na primeira edição olímpica da maratona aquática.

A dez minutos do final do percurso de 10 km, as brasileiras estavam brigando pelas primeiras colocações, mas acabaram perdendo espaço e chegaram na quinta (Ana Marcela) e sétima (Poliana) posições.

"Elas decidiram desviar das britânicas e acabaram perdendo força. Se elas tivessem adotado a mesma tática da russa, que ficou no vácuo e só deu o sprint nos 400 m finais, pelo menos uma delas teria ganho uma medalha", disse o treinador.

A russa Larisa Ilchenko ficou com a medalha de ouro ao completar o trajeto em 1h59m27. As britânicas Keri-Anne Payne (1h59min29) e Cassandra Patten (1h59min31) completaram o pódio.

Os Jogos Olímpicos de Pequim são os primeiros das maratonas aquáticas. Na noite desta quarta-feira (horário brasileiro), será a disputada a versão masculina da prova. Allan do Carmo representará o país.

 

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