30/06/2002
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10h00
Quando o italiano Pierluigi Collina soou o apito pela última vez neste domingo e pegou a bola nos braços no estádio de Yokohama, a Fifa respirou aliviada.
A escolha de Collina, considerado o melhor na atualidade, para apitar a final da competição asiática foi quase uma unanimidade mundial. A Fifa temia que o título do maior torneio de futebol do planeta ficasse em mãos erradas.
E o medo da entidade máxima do futebol tinha procedência. Uma das marcas negativas da Copa-2002 foi o péssimo nível das arbitragens. Clique aqui para ver a lista de falhas da arbitragem na competição.
Os erros dos juízes e seus auxiliares aconteceram durante toda a competição e acabaram prejudicando o Mundial em todas as fases.
Apesar de na etapa inicial não influir diretamente na classificação das equipes, nas oitavas e quartas-de-final a situação foi bem diferente.
A Coréia do Sul, co-anfitriã do torneio, jogou um futebol de velocidade, aplicação tática e garra. Mas não teria ido tão longe sem os sucessivos erros das arbitragens a seu favor contra a Itália e a Espanha.
Das 32 seleções que diputaram a Copa, 16 foram prejudicadas por árbitros e assistentes.
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da Folha OnlineQuando o italiano Pierluigi Collina soou o apito pela última vez neste domingo e pegou a bola nos braços no estádio de Yokohama, a Fifa respirou aliviada.
A escolha de Collina, considerado o melhor na atualidade, para apitar a final da competição asiática foi quase uma unanimidade mundial. A Fifa temia que o título do maior torneio de futebol do planeta ficasse em mãos erradas.
E o medo da entidade máxima do futebol tinha procedência. Uma das marcas negativas da Copa-2002 foi o péssimo nível das arbitragens. Clique aqui para ver a lista de falhas da arbitragem na competição.
Os erros dos juízes e seus auxiliares aconteceram durante toda a competição e acabaram prejudicando o Mundial em todas as fases.
Apesar de na etapa inicial não influir diretamente na classificação das equipes, nas oitavas e quartas-de-final a situação foi bem diferente.
A Coréia do Sul, co-anfitriã do torneio, jogou um futebol de velocidade, aplicação tática e garra. Mas não teria ido tão longe sem os sucessivos erros das arbitragens a seu favor contra a Itália e a Espanha.
Das 32 seleções que diputaram a Copa, 16 foram prejudicadas por árbitros e assistentes.
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