30/06/2002
-
09h54
O mais criticado da defesa brasileira, Roque Júnior tem muito o que comemorar na Copa do Mundo. Depois de um começo irregular, ele, ao lado de toda a zaga, recuperou-se e mostrou que não é um jogador tão limitado como todos pensavam.
É verdade que o zagueiro quase comprometeu a boa campanha brasileira, ao falhar em um lance importante nas oitavas-de-final, quando perdeu um lance de cabeça para o atacante Wilmots. O belga fez o gol, mas o árbitro apitou falta inexistente sobre o brasileiro.
Mas, nas partidas seguintes, ele se redimiu. Contra a Inglaterra, jogou uma partida sem falhas, marcando muito bem Owen e Heskey. Na semifinal, contra a Turquia, mais uma vez não errou.
Na decisão, contra a Alemanha, o zagueiro foi um gigante. Muito bem nas bolas altas, preciso nas bolas pelo chão, ele também não inventou para sair jogando. Na defesa brasileira, foi o melhor na final.
Reserva no Milan, Roque Júnior só conseguiu a vaga de titular da seleção porque tem total confiança de Luiz Felipe Scolari. Quando os dois estavam no Palmeiras, o zagueiro era peça-chave no esquema do treinador e recebeu até mesmo a tarja de capitão.
O zagueiro estreou na seleção em 1999, com Wanderley Luxemburgo, e foi convocado por todos os técnicos que passaram pela seleção desde então. A única exceção foi Candinho, que dirigiu o Brasil em apenas uma partida.
Antes de ir para o futebol italiano e ficar "encostado" no banco de reservas do Milan, Roque Júnior era considerado um dos mais habilidosos da posição no país.
No Palmeiras, chegou a jogar, com certo sucesso, como volante, disputando inclusive a final do Mundial interclubes, que perdeu do Manchester United por 1 a 0.

Clique nos nomes para conhecer os jogadores:
Goleiros: Marcos, Dida e Rogério Ceni
Zagueiros: Lúcio, Roque Júnior, Edmílson e Anderson Polga.
Laterais: Cafu, Roberto Carlos, Belletti e Júnior.
Volantes: Gilberto Silva, Kléberson e Vampeta.
Meias: Ronaldinho, Ricardinho, Juninho e Kaká.
Atacantes: Ronaldo, Rivaldo, Denílson, Edílson, Luizão.
Leia também:
Teimosia de Scolari é recompensada após a Copa
Nos clubes, treinador faz da eficiência sua palavra chave
Dentro de campo, Scolari era um zagueiro limitado
Saiba mais sobre: Brasil
Leia mais: Copa do Mundo-2002
Roque Júnior: força e determinação no comando da defesa
Publicidade
da Folha OnlineO mais criticado da defesa brasileira, Roque Júnior tem muito o que comemorar na Copa do Mundo. Depois de um começo irregular, ele, ao lado de toda a zaga, recuperou-se e mostrou que não é um jogador tão limitado como todos pensavam.
É verdade que o zagueiro quase comprometeu a boa campanha brasileira, ao falhar em um lance importante nas oitavas-de-final, quando perdeu um lance de cabeça para o atacante Wilmots. O belga fez o gol, mas o árbitro apitou falta inexistente sobre o brasileiro.
Mas, nas partidas seguintes, ele se redimiu. Contra a Inglaterra, jogou uma partida sem falhas, marcando muito bem Owen e Heskey. Na semifinal, contra a Turquia, mais uma vez não errou.
Na decisão, contra a Alemanha, o zagueiro foi um gigante. Muito bem nas bolas altas, preciso nas bolas pelo chão, ele também não inventou para sair jogando. Na defesa brasileira, foi o melhor na final.
Reserva no Milan, Roque Júnior só conseguiu a vaga de titular da seleção porque tem total confiança de Luiz Felipe Scolari. Quando os dois estavam no Palmeiras, o zagueiro era peça-chave no esquema do treinador e recebeu até mesmo a tarja de capitão.
O zagueiro estreou na seleção em 1999, com Wanderley Luxemburgo, e foi convocado por todos os técnicos que passaram pela seleção desde então. A única exceção foi Candinho, que dirigiu o Brasil em apenas uma partida.
Antes de ir para o futebol italiano e ficar "encostado" no banco de reservas do Milan, Roque Júnior era considerado um dos mais habilidosos da posição no país.
No Palmeiras, chegou a jogar, com certo sucesso, como volante, disputando inclusive a final do Mundial interclubes, que perdeu do Manchester United por 1 a 0.

Clique nos nomes para conhecer os jogadores:
Goleiros: Marcos, Dida e Rogério Ceni
Zagueiros: Lúcio, Roque Júnior, Edmílson e Anderson Polga.
Laterais: Cafu, Roberto Carlos, Belletti e Júnior.
Volantes: Gilberto Silva, Kléberson e Vampeta.
Meias: Ronaldinho, Ricardinho, Juninho e Kaká.
Atacantes: Ronaldo, Rivaldo, Denílson, Edílson, Luizão.
Leia também:
Saiba mais sobre: Brasil
Leia mais: Copa do Mundo-2002

