Esporte
30/06/2002 - 09h54

Kléberson: solução de Scolari para o meio-campo do Brasil

Publicidade
da Folha Online

Nos primeiros jogos da seleção brasileira na Copa do Mundo, era flagrante o espaço entre defesa e ataque. Nessa lacuna que impedia o ritmo de jogo evoluir, entrou Kleberson.

E o volante do Atlético-PR deu consistência ao setor e tornou mais eficiente a ligação entre defensores e atacantes.

Ganhou a vaga de Juninho nas oitavas-de-final contra a Bélgica. Em apenas meio tempo, defendeu, armou e ainda deu passe o segundo gol de Ronaldo, que decretou a vitória por 2 a 0.

Mas sua maior atuação com a camisa da seleção brasileira aconteceu na final, contra a Alemanha. A equipe de Luiz Felipe Scolari entrou em campo nervosa. Kléberson era um dos poucos que não sentiram a pressão e jogavam com desenvoltura.

Muito presente no ataque, foram dos pés do volante que saíram algumas das jogadas mais importantes da partida. No primeiro tempo, acertou o travessão de Oliver Kahn. No segundo, deu o passe para o segundo gol de Ronaldo, que definiu a vitória.

A presença de Kleberson no time titular é surpresa para muitos, mas esperada pelos paranaenses _foi um dos pilares da conquista do Nacional-2001.

Em seis amistosos disputados neste ano, marcou duas vezes.



Clique nos nomes para conhecer os jogadores:

Goleiros: Marcos, Dida e Rogério Ceni

Zagueiros: Lúcio, Roque Júnior, Edmílson e Anderson Polga.

Laterais: Cafu, Roberto Carlos, Belletti e Júnior.

Volantes: Gilberto Silva, Kléberson e Vampeta.

Meias: Ronaldinho, Ricardinho, Juninho e Kaká.

Atacantes: Ronaldo, Rivaldo, Denílson, Edílson, Luizão.


Leia também:
  • Teimosia de Scolari é recompensada após a Copa
  • Nos clubes, treinador faz da eficiência sua palavra chave
  • Dentro de campo, Scolari era um zagueiro limitado

    Saiba mais sobre: Brasil

    Leia mais: Copa do Mundo-2002
  •  

    FolhaShop

    Digite produto
    ou marca