30/06/2002
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09h54
Denílson chegou à Copa do Mundo como o 12º titular de Luiz Felipe Scolari e ganhou a camisa com o número da sorte do treinador, o 17 (número de letras do nome do gaúcho).
Mas nem mesmo a "mística" adiantou para o atacante, que deixa a Ásia com sua imagem abalada com a torcida brasileira.
Nos gramados da Coréia do Sul e do Japão, o atacante não mostrou o futebol que encantou tanto o treinador como a torcida. Individualista, exagerando nos dribles pela lateral, Denílson não agradou em nenhuma das vezes em que entrou em campo.
Sempre entrando no segundo tempo, foi ineficiente. Todos já esperavam os muitos dribles (cinco por partida, segundo o Datafolha, uma das melhores médias da Copa). Poucos previam, no entanto, que teria grandes dificuldades para chegar à linha de fundo.
A cada partida, Denílson recebeu em méida 19 bolas, das quais perdeu sete _o número é o mais alto da seleção brasileira, ao lado de Juninho, muito mais acionado, com 30 bolas recebidas por jogo.
Nos cruzamentos, também decepcionou. O atacante chegou poucas vezes à linha de fundo e errou na maioria das vezes em que tentou colocar a bola na área. Segundo o Datafolha, a média de Denílson foi de 2,4 cruzamentos por jogo, 1,7 deles errados.
O fraco desempenho nesta Copa surpreendeu. Há quatro anos, na França, quando disputou seu primeiro Mundial, o atleta era o mais novo da delegação, com 18 anos, participou, sempre no segundo tempo, de todos os jogos e foi um dos destaques.
Denílson garantiu sua presença na Coréia/Japão durante a Copa América-2001, na Colômbia. O atacante foi o único destaque na vexatória campanha _eliminação por Honduras nas quartas-de-final.
O jogador do Betis foi o sul-americano que se transferiu para a Europa pelo maior valor. Em 1998, o clube espanhol comprou o então são-paulino por cerca de US$ 35 milhões.

Clique nos nomes para conhecer os jogadores:
Goleiros: Marcos, Dida e Rogério Ceni
Zagueiros: Lúcio, Roque Júnior, Edmílson e Anderson Polga.
Laterais: Cafu, Roberto Carlos, Belletti e Júnior.
Volantes: Gilberto Silva, Kléberson e Vampeta.
Meias: Ronaldinho, Ricardinho, Juninho e Kaká.
Atacantes: Ronaldo, Rivaldo, Denílson, Edílson, Luizão.
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Denílson: amuleto de Scolari decepcionou na Ásia
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da Folha OnlineDenílson chegou à Copa do Mundo como o 12º titular de Luiz Felipe Scolari e ganhou a camisa com o número da sorte do treinador, o 17 (número de letras do nome do gaúcho).
Mas nem mesmo a "mística" adiantou para o atacante, que deixa a Ásia com sua imagem abalada com a torcida brasileira.
Nos gramados da Coréia do Sul e do Japão, o atacante não mostrou o futebol que encantou tanto o treinador como a torcida. Individualista, exagerando nos dribles pela lateral, Denílson não agradou em nenhuma das vezes em que entrou em campo.
Sempre entrando no segundo tempo, foi ineficiente. Todos já esperavam os muitos dribles (cinco por partida, segundo o Datafolha, uma das melhores médias da Copa). Poucos previam, no entanto, que teria grandes dificuldades para chegar à linha de fundo.
A cada partida, Denílson recebeu em méida 19 bolas, das quais perdeu sete _o número é o mais alto da seleção brasileira, ao lado de Juninho, muito mais acionado, com 30 bolas recebidas por jogo.
Nos cruzamentos, também decepcionou. O atacante chegou poucas vezes à linha de fundo e errou na maioria das vezes em que tentou colocar a bola na área. Segundo o Datafolha, a média de Denílson foi de 2,4 cruzamentos por jogo, 1,7 deles errados.
O fraco desempenho nesta Copa surpreendeu. Há quatro anos, na França, quando disputou seu primeiro Mundial, o atleta era o mais novo da delegação, com 18 anos, participou, sempre no segundo tempo, de todos os jogos e foi um dos destaques.
Denílson garantiu sua presença na Coréia/Japão durante a Copa América-2001, na Colômbia. O atacante foi o único destaque na vexatória campanha _eliminação por Honduras nas quartas-de-final.
O jogador do Betis foi o sul-americano que se transferiu para a Europa pelo maior valor. Em 1998, o clube espanhol comprou o então são-paulino por cerca de US$ 35 milhões.

Clique nos nomes para conhecer os jogadores:
Goleiros: Marcos, Dida e Rogério Ceni
Zagueiros: Lúcio, Roque Júnior, Edmílson e Anderson Polga.
Laterais: Cafu, Roberto Carlos, Belletti e Júnior.
Volantes: Gilberto Silva, Kléberson e Vampeta.
Meias: Ronaldinho, Ricardinho, Juninho e Kaká.
Atacantes: Ronaldo, Rivaldo, Denílson, Edílson, Luizão.
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