Esporte
30/06/2002 - 09h54

Edílson: futebol irreverente ficou nos campos brasileiros

Publicidade
da Folha Online

O futebol alegre e ofensivo de Edílson, que seduziu Luiz Felipe Scolari e o fez esquecer os problemas de indisciplina, não apareceu na Copa-2002.

O atacante esteve apagado. Praticamente não chegou perto de balançar as redes nem mesmo criou oportunidades para seus companheiros.

Nos primeiros quatro jogos, Edílson não conseguiu finalizar nenhuma bola. Nem um chute e uma cabeçada assustaram o goleiro. O único lance de perigo aconteceu na semifinal contra a Turquia, quando ele recebeu uma bola de Ronaldo dentro da área, mas permitiu o zagueiro cortar a jogada.

Apesar do rendimento ruim, foi importante nas eliminatórias. Foi o melhor brasileiro na derrota para a Bolívia por 3 a 1 e um dos destaques na vitória que definiu a vaga, contra a Venezuela.

Sua presença na Copa é uma vitória particular do baiano. "Bad-boy", o ex-desafeto de Luiz Felipe Scolari desde 1999, quando o então corintiano fez embaixadinhas na decisão do Campeonato Paulista e menosprezou o Palmeiras, dirigido pelo gaúcho.

Na época, Scolari chegou a dizer que Edílson nunca jogaria em uma equipe sua. Mas o jeito brincalhão e extrovertido conquistou o treinador, que quebrou sua rejeição pelo atleta.



Clique nos nomes para conhecer os jogadores:

Goleiros: Marcos, Dida e Rogério Ceni

Zagueiros: Lúcio, Roque Júnior, Edmílson e Anderson Polga.

Laterais: Cafu, Roberto Carlos, Belletti e Júnior.

Volantes: Gilberto Silva, Kléberson e Vampeta.

Meias: Ronaldinho, Ricardinho, Juninho e Kaká.

Atacantes: Ronaldo, Rivaldo, Denílson, Edílson, Luizão.


Leia também:
  • Teimosia de Scolari é recompensada após a Copa
  • Nos clubes, treinador faz da eficiência sua palavra chave
  • Dentro de campo, Scolari era um zagueiro limitado

    Saiba mais sobre: Brasil

    Leia mais: Copa do Mundo-2002
  •  

    FolhaShop

    Digite produto
    ou marca