Esporte
30/06/2002 - 09h54

Rogério Ceni: contribuição para seleção veio fora de campo

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da Folha Online

No começo do ano, poucos apostavam que Rogério Ceni integraria a lista a seleção brasileira do Mundial-2002. Apesar da qualidade do são-paulino, considerado por muitos o melhor da posição no Brasil, Luiz Felipe Scolari mostrava-se inclinado a convocar um jovem como terceiro goleiro.

Mas as boas atuações e sua personalidade valeram a posição de reserva de Marcos e Dida. Não jogou na Ásia, mas sua presença foi importante no grupo.

Com Scolari, Rogério Ceni teve sua primeira chance no amistoso com a Islândia, em março, mas foi cortado por causa de uma contusão. Contra a Iugoslávia, no mesmo mês, voltou a ser chamado. Não jogou, mas conquistou a vaga entre os 23 que foram à Coréia/Japão.

Titular do São Paulo desde 1996, Rogério é hoje o maior goleiro-artilheiro, com 28 gols. Na seleção, no entanto, nunca conseguiu balançar as redes.

Entre as qualidades do goleiro, destaca-se a sua facilidade em organizar a saída de jogo. Com controle de bola incomum para atletas de sua posição, sua reposição é a melhor entre os três da seleção. O são-paulino sai bem em bolas altas, mas apresenta defeitos na saída do gol para bolas rasteiras.



Clique nos nomes para conhecer os jogadores:

Goleiros: Marcos, Dida e Rogério Ceni

Zagueiros: Lúcio, Roque Júnior, Edmílson e Anderson Polga.

Laterais: Cafu, Roberto Carlos, Belletti e Júnior.

Volantes: Gilberto Silva, Kléberson e Vampeta.

Meias: Ronaldinho, Ricardinho, Juninho e Kaká.

Atacantes: Ronaldo, Rivaldo, Denílson, Edílson, Luizão.


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