30/06/2002
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09h54
Em toda Copa do Mundo, a seleção brasileira leva um caçula para ganhar experiência com os melhores jogadores do país. Em 1994 foi Ronaldo, aos 17, que nem mesmo entrou em campo. Em 1998, foi a vez de Denílson, com 18. Em 2002, o caçula é Kaká.
Sensação do futebol paulista desde 2001, quando deu ao São Paulo o título do Torneio Rio-São Paulo, o meia é uma das apostas de sucesso da seleção para o próximo Mundial, na Alemanha-2006.
Nos gramados da Coréia do Sul e do Japão, Kaká teve poucas oportunidades. Entrou apenas na partida contra a Costa Rica, última partida na primeira fase, com o time já classificado.
Entrou no lugar de Rivaldo e jogou apenas por 19 minutos e participou bastante do jogo. Segundo o Datafolha, recebeu 9 bolas, deu 7 passes certos e chutou uma vez ao gol.
Kaká, no entanto, poderia ter participado da grande decisão, contra a Alemanha. Nos minutos finais da partida, Scolari chamou o novato para entrar em campo. O meia correu, assinou rapidamente a súmula e ficou à beira do campo esperando a autorização do árbitro para participar da final.
Mas a bola acabou não saindo e Kaká viu o final do jogo à beira do campo, esperando.
A simples presença no grupo, no entanto, deve mudar completamente a vida do jogador. Antes da convocação, Kaká já era assediado por grandes clubes da Europa. De volta da Ásia, esse interesse deve aumentar.

Clique nos nomes para conhecer os jogadores:
Goleiros: Marcos, Dida e Rogério Ceni
Zagueiros: Lúcio, Roque Júnior, Edmílson e Anderson Polga.
Laterais: Cafu, Roberto Carlos, Belletti e Júnior.
Volantes: Gilberto Silva, Kléberson e Vampeta.
Meias: Ronaldinho, Ricardinho, Juninho e Kaká.
Atacantes: Ronaldo, Rivaldo, Denílson, Edílson, Luizão.
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Saiba mais sobre: Brasil
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Kaká: caçula da seleção se prepara para Copa de 2006
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da Folha OnlineEm toda Copa do Mundo, a seleção brasileira leva um caçula para ganhar experiência com os melhores jogadores do país. Em 1994 foi Ronaldo, aos 17, que nem mesmo entrou em campo. Em 1998, foi a vez de Denílson, com 18. Em 2002, o caçula é Kaká.
Sensação do futebol paulista desde 2001, quando deu ao São Paulo o título do Torneio Rio-São Paulo, o meia é uma das apostas de sucesso da seleção para o próximo Mundial, na Alemanha-2006.
Nos gramados da Coréia do Sul e do Japão, Kaká teve poucas oportunidades. Entrou apenas na partida contra a Costa Rica, última partida na primeira fase, com o time já classificado.
Entrou no lugar de Rivaldo e jogou apenas por 19 minutos e participou bastante do jogo. Segundo o Datafolha, recebeu 9 bolas, deu 7 passes certos e chutou uma vez ao gol.
Kaká, no entanto, poderia ter participado da grande decisão, contra a Alemanha. Nos minutos finais da partida, Scolari chamou o novato para entrar em campo. O meia correu, assinou rapidamente a súmula e ficou à beira do campo esperando a autorização do árbitro para participar da final.
Mas a bola acabou não saindo e Kaká viu o final do jogo à beira do campo, esperando.
A simples presença no grupo, no entanto, deve mudar completamente a vida do jogador. Antes da convocação, Kaká já era assediado por grandes clubes da Europa. De volta da Ásia, esse interesse deve aumentar.

Clique nos nomes para conhecer os jogadores:
Goleiros: Marcos, Dida e Rogério Ceni
Zagueiros: Lúcio, Roque Júnior, Edmílson e Anderson Polga.
Laterais: Cafu, Roberto Carlos, Belletti e Júnior.
Volantes: Gilberto Silva, Kléberson e Vampeta.
Meias: Ronaldinho, Ricardinho, Juninho e Kaká.
Atacantes: Ronaldo, Rivaldo, Denílson, Edílson, Luizão.
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