30/06/2002
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09h59
Marcos
No primeiro tempo apenas assistiu o jogo. Mas na etapa final trabalhou muito mais e salvou o Brasil por três vezes.
Num jogo decisivo, mostrou momentos de intranqüilidade. Até compreensível.
Lúcio
Avançou ao ataque e até tentou ajudar na frente. Armou contra-ataques perigosos
Como nas outras partidas, tentou várias vezes sair jogando e, mais uma vez, deu medo
Roque Júnior
Jogou com seriedade e foi eficiente na marcação, ganhando quase todas as jogadas pelo alto. Boa participação.
Faltou tranqüilidade na saída de bola, mas nada que comprometesse.
Edmílson
Segurança pelo alto. Fez a lição de casa direito.
Já no chão foi terrível. Errou muitos passes e quase complicou a defesa brasileira.
Cafu
Quando pôde apoiou o ataque. Foi útil na marcação.
A maioria dos ataques da Alemanha foi do seu lado. Sofreu para conter a subida dos adversários
Gilberto Silva
Apareceu como homem surpresa no ataque algumas vezes.
Ficou devendo no aspecto que tem de melhor, a marcação.
Kléberson
Desde o início do jogo foi presença marcante no ataque. Chegou até a acertar uma bola na trave do goleiro Kahn.
Pecou nas finalizações. Chutes fracos e sem direção.
Ronaldinho
Eficiente nos passes. Deixou por diversas vezes o companheiro Ronaldo em posição boa para fazer o gol.
Mudou a sua característica principal, partir para cima do adversário. Bem marcado, ficou longe do ataque alemão
Roberto Carlos
Apenas alguns arranques pela lateral. Eficiente no combate.
Não sabia se marcava ou apoiava o ataque
Rivaldo
Esforçado. No único chute a gol provocou a falha do goleiro alemão. E com uma jogada de inteligência, deixou a bola livre para o atacante Ronaldo fazer o segundo gol.
Apagado em campo. Diferentemente dos outros jogos, se escondeu em campo.
Ronaldo
No primeiro tempo foi discreto. Mas na etapa final fez a diferença e acabou com a pose de Kahn. Primeiro se posicionou bem e pegou o rebote do goleiro. No segundo gol, mostrou toda a classe, tirando o camisa um alemão do lance.
Perdeu dois gols feitos na cara de Kahn na etapa inicial, mas que não acabaram fazendo a menor falta para o Brasil.
Juninho
Entrou para prender a bola e fez o que foi pedido por Scolari
Mas exagerou na posse de bola. Poderia ter sido menos fominha.
Denílson
Jogou pouco, mas deu os seus dribles de sempre e deixou a zaga alemã de cabelo em pé.
Como Juninho, segurou demais a bola e impediu o avanço do ataque brasileiro.
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