30/06/2002
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10h59
A seleção brasileira mostrou uma pegada muito maior contra os alemães do que vinha apresentando nos jogos anteriores da Copa. A equipe de Luiz Felipe Scolari fez 167 desarmes na vitória sobre a Alemanha por 2 a 0.
O índice é 20% superior a média obtida nos seis jogos anteriores, quando o time teve um índice de 140,5 por partida, apenas o 24º entre os 32 participantes do Mundial da Coréia do Sul e Japão.
O desempenho diante dos germânicos e quase idêntico à média alcançada pela seleção de Senegal, que fez 167,2 desarmes por jogo e lidera o ranking nesse fundamento, segundo o Datafolha.
Para chegar ao pentacampeonato, o selecionado nacional também teve um índice de acertos maior nas finalizações. O Brasil acertou o gol de Oliver Kahn em 50% de suas 10 tentativas, contra 42,9 nos jogos anteriores.
Além disso, a equipe brasileira finalizou uma vez no travessão, com o volante Kleberson ainda na etapa inicial. Dos cinco chutes certos, três deles foram de Ronaldo, que acabou marcando os dois gols.
O aproveitamento brasileiro nas conclusões foi decisivo para o título. Os alemães, segundo o Datafolha, chegaram mais vezes ao gol de Marcos, mas acertaram somente quatro das 18 finalizações.
Leia mais: Copa do Mundo-2002
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Na final, Brasil mostra mais pegada e eficiência nas finalizações
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da Folha OnlineA seleção brasileira mostrou uma pegada muito maior contra os alemães do que vinha apresentando nos jogos anteriores da Copa. A equipe de Luiz Felipe Scolari fez 167 desarmes na vitória sobre a Alemanha por 2 a 0.
O índice é 20% superior a média obtida nos seis jogos anteriores, quando o time teve um índice de 140,5 por partida, apenas o 24º entre os 32 participantes do Mundial da Coréia do Sul e Japão.
O desempenho diante dos germânicos e quase idêntico à média alcançada pela seleção de Senegal, que fez 167,2 desarmes por jogo e lidera o ranking nesse fundamento, segundo o Datafolha.
Para chegar ao pentacampeonato, o selecionado nacional também teve um índice de acertos maior nas finalizações. O Brasil acertou o gol de Oliver Kahn em 50% de suas 10 tentativas, contra 42,9 nos jogos anteriores.
Além disso, a equipe brasileira finalizou uma vez no travessão, com o volante Kleberson ainda na etapa inicial. Dos cinco chutes certos, três deles foram de Ronaldo, que acabou marcando os dois gols.
O aproveitamento brasileiro nas conclusões foi decisivo para o título. Os alemães, segundo o Datafolha, chegaram mais vezes ao gol de Marcos, mas acertaram somente quatro das 18 finalizações.
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