Esporte
06/11/2008 - 09h00

Magic Johnson afirma ter chorado quando Obama venceu eleições

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da Efe, em Los Angeles

O ídolo do basquete Magic Johnson disse nesta quarta-feira à imprensa, no intervalo da partida entre Lakers e Clippers, que chorou "toda a noite" junto com sua mulher quando Barack Obama ganhou as eleições presidenciais dos Estados Unidos.

"Jamais imaginei que os EUA estavam preparados para votar em um candidato afro-americano, mas Obama é capaz de motivar as pessoas e quebrou qualquer barreira racial", afirmou Johnson.

"Acho que fomos abençoados, pois os EUA votaram no homem ideal e no momento adequado", acrescentou referindo-se à crise econômica que o país sofre. "Queremos que ele comece a trabalhar e nos tire da recessão."

O ex-jogador dos Lakers lembrou que, no primeiro momento, apoiou Hillary Clinton como candidata democrata nas primárias.

"Sou leal à família Clinton. Sou uma pessoa leal, como agora com Barack. Serei leal a ele. Disse [a Hillary] que, se fosse candidata, eu a apoiaria. E assim fiz", lembrou Johnson. "Quando Obama ganhou, e Hillary o fez trabalhar, isso o ajudou a vencer [John] McCain."

A conquista de Obama, segundo Johnson, é uma mostra de que nos EUA "qualquer pessoa, mesmo sendo de uma minoria, pode atingir o que deseja".

O ex-jogador disse ainda que está convencido de que o futuro presidente americano fará um grande trabalho.

"Ele motiva as pessoas, tem um plano. O que Obama sabe fazer é entrar em uma sala e liderá-la. Todos escutarão suas palavras", finalizou Johnson.

Comentários dos leitores
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
A situação é periclitante, se antigamente se concedia o Nobel da Paz a quem de algum modo, plantava a paz no mundo, hoje (dada a escassez de boa fé geral) se concede o prémio a quem não faz a guerra... Como diria o sábio Maluf: "Antes de entrar queria fazer o bem, depois que entei, o máximo que conseguí foi evitar o mal"
Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
sem opinião
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honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
Considero ecelente vosso noticiario. Obrigado, aos 83 anos de mnha vida, 5 opiniões
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Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Óbvio que não poderiam aceitar,pois não teriam respostas claras para as legítimas questões do presidente iraniano,esse sim um verdadeiro estadista que sabe da verdade dos fatos e não tem receio de buscar responsabilizar os culpados. A política imperialista norte-americana é velha conhecida mas pessoas convenientemente "esquecem" disso - não respeitam a soberania das nações e se arvoram em ser os "defensores da liberdade" - é o país que mais se envolveu em guerras,revoluções,invasões e intervenções da história da humanidade.A única nação que já bombardeou outro país (na verdade cidades,repletas de civis inocentes) utilizando armas nucleares. O apoio norte-americano a Israel é uma vergonha, apoiando todo tipo de atrocidade possível,dando carta branca e fornecendo armas de alta tecnologia.
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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