Ex-funcionário acusa chefe da McLaren de racismo e homofobia
da Lancepress
Ex-funcionário da tripulação do jato particular de Ron Dennis, Peter Boland acusou o chefe da equipe McLaren de homofobia por ter sido demitido em maio do ano passado. Boland, 27, disse que foi mandado embora por causa de rumores de que ele seria homossexual.
Natural de Hong Kong, Boland resolveu processá-lo em um tribunal de Southampton (Inglaterra) e ainda fez outras acusações. Segundo Boland, Dennis não gostava de árabes e teria oferecido propositalmente bebidas alcoólicas a alguns deles em um voo, já que a religião islâmica proíbe a sua ingestão.
"Em outro voo, Ron entrou no avião e foi oferecida bebida a ele. Ron disse que não queria bebida, mas sim ir ao banheiro lavar as mãos porque havia apertado mãos de árabes o dia inteiro", disse o ex-funcionário de Dennis.
Segundo a McLaren, Boland foi demitido porque cometia vários equívocos e aparentava sonolência nos voos. Boland, por sua vez, negou um acordo de US$ 11 mil para retirar o processo e ainda disse que Dennis sempre o chamava de "gordo".
Curiosamente, dois dos sócios de Ron Dennis na McLaren são o saudita Mansour Ojjeh e o reino do Bahrein. Nem Ojjeh e nem o governo barenita se pronunciaram sobre o caso.
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