Esporte
16/02/2009 - 16h11

Petrobras nega investimento na equipe de Bruno Senna na F-1

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da Folha Online
da Lancepress

Depois de emitir uma nota oficial em que negou que vá investir em Bruno Senna e na antiga equipe Honda de F-1, a Petrobras reafirmou, por intermédio do diretor de patrocínios, Claudio Thompson, que sua ligação com a escuderia era apenas técnica e que nem isso irá acontecer mais este ano, depois do anúncio da retirada da montadora da categoria, em dezembro.

A Petrobras tinha acordo com a equipe japonesa para a atual temporada, antes da retirada oficial. Investiria US$ 7 milhões, além distribuir bônus por desempenho para o time.

"Quando a Honda anunciou que estava saindo da F-1, decidimos parar também, porque todos os times financiados por montadoras já tinham seus fornecedores de combustível para 2009. A companhia não tem contrato com a Honda e não estamos interessados em ser apenas um patrocinador, sem a possibilidade de desenvolver nossos produtos", declarou Thompson.

Bruno Senna assinou contrato de três anos com o espólio da equipe que até dezembro carregava o nome da Honda e estreará na categoria no mês que vem, na Austrália, abertura do Mundial. Será companheiro do inglês Jenson Button. O Mundial de F-1 começa no dia 29.

Por ora, nem Bruno, que embarca hoje para a Inglaterra, nem a escudeira comentam o acerto. Tampouco confirmam que disputarão a temporada. Mas a Folha apurou que o anúncio é só questão de tempo. À imprensa europeia, porém, ele fala como piloto da F-1.

"Com certeza, será um grande desafio. Nos últimos anos, nenhum piloto estreou com tão pouca quilometragem. Vou andar de 1.000 km a 1.200 km antes da primeira corrida. Mas é melhor começar na F-1 assim, de uma maneira difícil, do que ficar fora. Como não será por uma equipe de ponta, a pressão será menor", afirma Bruno, em entrevista à edição de hoje da revista italiana "Autosprint".

Sem nome e dinheiro da Honda, a equipe que irá ao grid de Melbourne terá auxílio da FOM, holding comandada por Bernie Ecclestone, e motores e câmbios Mercedes-Benz. Bruno ajudará na conta, levando ao menos um de seus patrocinadores, a Embratel. A ideia é buscar um comprador ao longo do ano.

Comentários dos leitores
Sebastião Vicentim (60) 11/12/2009 18h50
Sebastião Vicentim (60) 11/12/2009 18h50
Não se por quê tanta animosidade dos leitores em relação ao Schumaker. Ele não teve culpa se nesse período que disputou e ganhou os 7 títulos, as equipes concorrentes não souberam ou não encontraram pilotos à altura. Talvez a nossa raiva não seja endereçada diretamente ao alemão, e sim ao seu ajudante - que se corresse sozinho, com certeza chegaria em segundo lugar. Vamos lá, minha gente! é possível que o alemão seja mais brasileiro que muitos outros pilotos. Confiram suas ações. sem opinião
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Paulo Christiano (1) 11/12/2009 16h01
Paulo Christiano (1) 11/12/2009 16h01
Quem venha 2010, com Schummy, Senna e Cia !
Tenho certeza de que teremos novamente emoção na F1...
http://danger-men-cooking.blogspot.com
sem opinião
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joão batista cassio (92) 11/12/2009 02h30
joão batista cassio (92) 11/12/2009 02h30
Airton sena brigou nas pistas para ser tri , contra Prost, Piquet, mansem, etc,etc, ja o alemão schumacher contra o vento ou seja, Barrichello, contra ele mesmo, que perguntinha mais fraca, quem é MELHOR,è o filho do galvão bueno.cacacacacacacacacacacacacackakkakaak sem opinião
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