Corintianos destacam "gosto especial" por título invicto
CAROLINA ARAÚJO
PAULO GALDIERI
TONI ASSIS
da Folha de S.Paulo
A conquista de um título tradicionalmente já é valorosa. E quando o troféu é vencido com uma campanha invicta, esse sabor fica muito melhor. O título corintiano no Paulista veio com 13 vitórias e dez empates e um aproveitamento de 83%.
A conquista de domingo no Pacaembu sobre o Santos foi analisada pelo elenco corintiano. Para Elias, a invencibilidade é um "detalhe" que conta muito.
"A conquista do título simplesmente seria importante. Mas, dessa maneira, o título se torna especial porque entra para a história do clube", afirmou o volante corintiano.
Para o zagueiro e capitão William não é tão fácil dimensionar uma campanha como a que o Corinthians realizou.
"Difícil falar como conseguimos conquistar o título de forma invicta. Acho que valeu pela forma como nós trabalhamos. Acho que não só os jogadores, como a comissão técnica e a diretoria fizeram um bom trabalho", comentou o zagueiro.
André Santos foi o herói do jogo por um motivo muito especial: fez o gol do empate. "Fiquei feliz pelo gol, pela festa e por tudo que fizemos. A campanha foi muito boa, o time mostrou um grande poder de competitividade e conseguimos cumprir o objetivo", falou o lateral-esquerdo.
O título estadual, que não vinha desde 2003, foi motivo de festa para todo o elenco. Mesmo falando em moderação, já que na quarta-feira o Corinthians enfrenta o Atlético-PR em jogo que decide sua permanência na Copa do Brasil, o volante Cristian festejou seu primeiro estadual pelo clube.
"Não foi fácil. Mas o Corinthians mostrou ser decisivo nas semifinais e também nos dois jogos contra o Santos. A invencibilidade vale para abrilhantar a campanha", afirmou.
O atacante Dentinho deu ainda outro destaque além do fato de o título ter sido conquistado sem derrotas.
"Para quem sentiu a dor do rebaixamento, esse título é muito importante. Hoje estou realizado. E espero que seja o primeiro de muitos títulos", comentou o companheiro de ataque de Ronaldo.
Outro jogador que chegou no clube a pedido de Mano Menezes, Jorge Henrique considerou a conquista como uma volta por cima na sua carreira.
"Nos últimos dois anos eu estive perto de ser campeão em duas finais e não consegui. Acabei sendo desrespeitado pelos adversários. Mas hoje eu atingi o meu objetivo", falou o ex-atacante do Botafogo.


Nem me venham falar de Rogério Ceni e Marcos porque todos nós sabemos que eles nunca receberam de verdade grandes propostas para saírem.
Riquelme saiu , jogou na Europa, e voltou ao Boca e não quer sair mesmo o Corinthians fazendo uma proposta para ele ganhar o dobro aqui.
Ficaria triste se ele não viesse ao Timão pra jogar em outro time do Brasil. Mas ele quer ficar no Boca que nem vai disputar a Libertadores e não gosta do Brasil ( Normal. Nós também não gostamos da Argentina.)
Resumindo:
- Joga muito, seria ótimo ter ele no Timão.
- Não quer vir, não venha. Eu respeito. Nenhum jogador brasileiro gostaria de jogar na Argentina também.
- Já demos moral demais a ele. Esquece!
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