Salário faz jogadores norte-americanos deixarem o país
EDUARDO ARRUDA
PAULO COBOS
da Folha de S.Paulo, na África do Sul
Não foi só o astro inglês David Beckham que provou e não gostou da MLS, a liga criada pelos norte-americanos para empurrar o "soccer" no país.
O time dos EUA que faz hoje a final da Copa das Confederações com o Brasil é a prova de que o futebol é ainda periférico no mais rico país do planeta.
Dos 23 jogadores que formam o elenco chamado pelo técnico Bob Bradley, 18 atuam fora dos EUA. Entre os oito times que disputaram a competição na África do Sul, nenhum tem um contingente de "estrangeiros" tão grande.
E os norte-americanos não trocaram a MLS, onde o salário anual pago à maioria dos atletas é de apenas US$ 20 mil (pouco mais de R$ 3.000 mensais), por clubes de ponta da Europa. A maioria deles atua em times de segunda linha. Os EUA têm atletas em equipes como o francês Rennes, o sueco Hammarby e os dinamarqueses Midtjulland e Aarhus.
Outros, que estão em times de maior envergadura, esquentam o banco, como o atacante Altidore, que é pouco utilizado pelo Villarreal, da Espanha.
Apesar de os jogadores ganharem pouco, a MLS já não é o pesadelo como negócio para seus donos como nos anos iniciais --até 2003, a liga acumulava prejuízo de US$ 350 milhões (quase R$ 700 milhões).
Em expansão, ela atrai o interesse de grandes empresários norte-americanos. Hoje são 15 times, e mais três irão encorpar a competição até 2011.
Uma das últimas equipes a entrar na competição, o Seattle Sounders tem Paul Allen, um dos donos da Microsoft, como um de seus proprietários.
Para Bob Bradley, o técnico da seleção dos EUA, a debandada dos jogadores de seu país para o exterior é positiva.
"A MLS é importante em termos de crescimento dos atletas, já que muitos começam nela. Mas a experiência dos que estão no exterior é importante para o nosso time", afirmou o treinador, que amanhã, contra a seleção, não poderá contar com o seu filho Michael, expulso na semifinal contra a Espanha.
A opinião deve ser compartilhada por Dunga: sempre que questionado sobre quais os pontos fortes dos adversários, o treinador cita o fato de muitos jogadores de determinadas seleções atuarem na Europa.
É o caso do time norte-americano: no velho continente estão 15 dos convocados por Bradley para a Copa das Confederações disputada na África do Sul.


O Kaká é muita conversa e pouca bola!!!!!!!!!
É só pegar os videos dele na copa do mundo e ver ele errando passe de 3 metros de distancia, enquanto o Ronaldo com 100 kilos se tornava o maior artilheiro das copas!!!!!
Estou a disposição....
avalie fechar
Se precisar de algo mais, estou a disposição!!!!!
avalie fechar
eu acho que o Dunga não chama mais o Fabio Aurelio, por que na minha teoria o Sr. Dunga tem um "fetiche", ele adora ver jogadores de times pequenos atuando. Carlos Eduardo? Fabio Simplicio? Hulk?
Por que ele não testa o Diego (juventus), Denilson (arsenal)?
Não! jogadores de times grandes não podem! Ja tem kaka, JC, Maicon, daniel e Lucio. Ja foi a cota.
Senão estraga o fetiche dele.
E viva a arrogancia e viva a sabedoria!
Ele não aceita o oba-oba na seleção, mas ele é o primeiro a ser arrogante.
avalie fechar