No Corinthians, Ronaldo faz gols como se fosse um "menino"
da Folha de S.Paulo
A cada jogo que passa, Ronaldo tem demonstrado que voltou a "estar a fim" de jogar futebol. E, conforme transcorre sua primeira temporada no Corinthians, o Fenômeno, agora com 32 anos, volta a apresentar marcas só alcançadas quando era um "menino" que conheceu o seu auge como artilheiro.
Prova disso é a fome de gols que o atacante tem tido no clube alvinegro. Com os três diante do Fluminense, Ronaldo atingiu a marca de 14 nos seus 22 primeiros jogos da temporada --números que no início de sua carreira eram modestos para seus padrões, mas que só foram repetidos por ele uma vez nos últimos dez anos.
Na última década, Ronaldo alternou momentos de poucos jogos, causados por constantes contusões, com períodos em que a frequência de gols diminuiu, caindo para um padrão menos "fenomenal".
Até 1997/1998, quando começou a sofrer mais com os problemas físicos, o atacante mantinha inícios de temporada fulminantes, com média de gols nunca inferior a 0,63 por jogo nos primeiros 22 confrontos que fazia por seus clubes.
A partir da temporada seguinte, o mesmo desempenho passou a ser raridade.
Em dez temporadas, apenas em 2003/2004, jogando pelo Real Madrid, o Fenômeno voltou a apresentar a marca de ao menos 14 gols nas 22 partidas iniciais com o time espanhol.
Nos demais anos, ou ficou abaixo da média de 0,63 por partida ou a obteve sem ter jogado pelo menos 22 duelos --sempre atrapalhado por lesões nos joelhos ou musculares.
No Corinthians, Ronaldo tem mostrado uma característica que o ajudou a conquistar o afeto dos colegas: o poder de anotar gols em jogos decisivos.
Na fase de mata-mata do Paulista, ajudou o time a eliminar o São Paulo dentro do Morumbi, na semifinal. Depois, foi o responsável pela vitória corintiana na primeira partida da decisão, contra o Santos com dois golaços, na Vila Belmiro.
Na Copa do Brasil, foram dele os dois tentos na vitória sobre o Atlético-PR, nas quartas de final. Na decisão contra o Inter, foi à rede no primeiro duelo, que deu a boa vantagem de 2 a 0 para o time ir a Porto Alegre e ficar com o título.
"Se uma ou duas bolas chegarem em boas condições, ele vai fazer um gol", diz Mano Menezes sobre seu mais ilustre comandado. "É importante a confiança que a equipe tem nele. Claro que outros se sacrificam mais, mas, se o benefício é nessa proporção, todos têm a consciência que vale a pena", completa o treinador corintiano.


Como não tem o que comentar de futebol estás agora fazendo poesias ? As sras docatarro e tosadas não fazem m. nenhuma o dia todo mesmo.
E vergonha atrás de vergonha.
Avanti palestra. Ainda acredito.
avalie fechar
avalie fechar
http://www1.folha.uol.com.br/folha/livrariadafolha/ult10082u649778.shtml
Quase 13!
avalie fechar