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Tropa de Elite

Astro do filme "Tropa de Elite", o ator Wagner Moura criticou a pirataria de obras audiovisuais.


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Comentários dos leitores
TROPA DE ELITE - EXIBIÇÃO PARA ADVOGADOS E JUÍZES: É... desde o seu lançamento, esse filme de FICÇÃO vem mexendo com a cabeça de muita gente que anda levando-o a sério. Agora sei por que ainda tem gente que cai no conto do bilhete premiado, no conto do paco e outras lábias mais. Gente, ficção por ficção, tivemos ao longo dos anos os bang-bangs em que o Durango Kid matava três bandidões com um tiro só. De lá para cá, quanta ficção o cinema tem apresentado acerca de vampiros, bandidos, gangs violentas tendo à frente Marlon Brando, afora os filmes de guerra. Mas nunca nenhum deles impressionou tanto certas cabeças como o Tropa de Elite. O produtores hipnotizaram o público e atingiram em cheio o seu objetivo. Estão de parabéns. 1 opinião
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Elidia Almeida (1) 19/02/2008 11h21
Elidia Almeida (1) 19/02/2008 11h21
Qul o país que não tem violência? Existem filmes americanos de uma violência assustadora, talvez retrate sua própria realidade.Tropa de Elite é um ótimo filme que soube mostrar a verdadeira realidade de algumas áreas da sociedade brasileira, é isso aí... sem opinião
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fabio soares (1) 19/02/2008 10h19
fabio soares (1) 19/02/2008 10h19
SALVADOR / BA
Que moral tem qulaquer norte americano pra criticar filmes de violência, se o cinema deles já produziu e produz diversas produções de violência. Não falo só em filmes de guerra e policial em que eles adoram exaltar a sua hegemonia e vaidade de salvadores do mundo, mas também nos de terrror, muitas sem pé nem cabeça, a exemplo de sexta feira 13 e outros do gênero. São verdadeiros hipócritas, mestres do cinema violento. Capitão Nascimento perto de Jack "torturador" Bauer da série 24 horas é criancinha. Sem falar que o crítico é muito mal informado sobre o maior país da América do Sul pra não dizer outra coisa, precisa estudar um pouco mais pra não falar besteira. sem opinião
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Pietro Cataldo (1) 19/02/2008 03h01
Pietro Cataldo (1) 19/02/2008 03h01
SAO PAULO / SP
A critica americana adora dar uma de xenofobica. Vem criticar o Tropa de Elite por causa de violencia (Que e praticada em cima de gente que tem que morrer MESMO), enquanto os filmes dos senhores Chuck Norris, Rambo e companhia continuam mostrando meia duzia de desprovidos de neuronios, matando qualquer um que veem pela frente. Isso sim e apologia a violencia, nao o combate ao trafico. E esse tipo de filme ainda recebe elogio da critica, e fica no top 10. 5 opiniões
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BrP Filho (2) 18/02/2008 22h17
BrP Filho (2) 18/02/2008 22h17
UMUARAMA / PR
EXPLICANDO: Para o Tropa de Elite concorrer ao Oscar ele primeiro deve ser exibido em cinemas americanos, o que acontecerá em 2008. Por isso, espera-se que o "Tropa" venha a concorrer ao Oscar de 2009. 1 opinião
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Nailton Farias da Silva (5) 16/02/2008 19h22
Nailton Farias da Silva (5) 16/02/2008 19h22
E ainda assim, escolheram "O ANO EM QUE MEUS PAIS SAIRAM DE FÉRIAS" para concorrer ao Oscar. Acho que era algum tipo de jogada. Só pode! Ou então é estupidez pura. 16 opiniões
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Daniel Collares (3) 16/02/2008 10h29
Daniel Collares (3) 16/02/2008 10h29
FLORIANOPOLIS / SC
depois de ler algumas críticas relacionadas ao filme pela imprensa estrangeira, taxando-o de facista, tenho a impressão de que, pelo menos no exterior, o diretor foi bem-sucedido nesse "retrato" da polícia brasileira, que além de corrupta, é autoritária e violenta. É uma pena que o público brasileiro não tenha se concentrado também nesse aspecto, prefirindo enxergar o BOPE como uma esperança de erradicação do tráfico e da bandidagem. Aqui, infelizmente, a interpretação geral do filme só tornou a polícia mais arrogante e autoritária. Enquanto a população veste a bandeira da "faca na caveira", os bandidos (fardados ou não) tornam a vida do cidadão comum cada vez mais reprimida. 18 opiniões
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Talita Graziele Pereira (1) 15/02/2008 21h43
Talita Graziele Pereira (1) 15/02/2008 21h43
SAO JOSE DOS CAMPOS / SP
Ficam falando sobre quantidade.
Tenho certeza que se não houvesse a pirataria o Tropa de Elite venceria com ampla vantagem o Meu nome não é Jhonny.
4 opiniões
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Márlon Jatahy (2) 13/02/2008 20h31
Márlon Jatahy (2) 13/02/2008 20h31
FLORIANOPOLIS / SC
É uma reação previsível a indignação ou acusações sobre os excessos de violência, parecendo apologia ao facismo. Oras bolas o filme representa muito bem toda uma realidade brasileira. Como esperar que compreendam esse retrato nú e crú?
Esse filme demonstra o ponto em que nos encontramos.
As aberrações que criamos, o cúmulo de um sistema falido da segurança pública, as ideologias dominantes, completamente fora do contexto da brutal verdade: somos responsáveis pela absurda distorção de valores e precisamos acordar logo desse pesadelo.
O demônio está cada vez maior e se chama violência. Nós alimentamos ele na forma das pequenas corrupções do nosso cotidiano, na valorização da malandragem, na comunhão de uma brasilidade ignorante e estúpida com a miséria dos morros, para com a massa marginalizada e oprimida com a absurda diferença de classes brasileira. O tráfico de drogas é um poder que nasce como fruto da reunião desses elementos.
Seu preço é a alma de muitos e a vida de outros muitos.
Mas pra mim o que faz esse filme ser gigante é toda a avalanche de reflexões que ele provoca e que é tão urgente.
15 opiniões
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Evaldo Ferreira (1) 13/02/2008 17h46
Evaldo Ferreira (1) 13/02/2008 17h46
GOIANIA / GO
É interessante que ficam discutindo o supérfluo e não incentivam o debate do que é importante. O filme retrata a realidade do RJ. Corrupção, violência (dos 2 lados), falta de preparo das forças policiais, acomodação da Sociedade (vamos chamar assim). Se o "baiano" é fruto da Sociedade, o Nascimento também o é. Ou os ideólogos consideram uma banalidade que um funcionário público que quer cumprir seu papel de proporcionar segurança a Comunidade e, por isso, arrisca sua vida, mas vê que não há o reconhecimento ou, o que é pior, vê que a Sociedade defende os que estão errados e insistem em errar (traficantes que viciam nossos filhos, assassinos frios que torturam tantos "Tim Lopes" e outros casos que desafiam a razão). Será que esse policial, retratado no filme (relembrem as 3 opções a que o PM tem que escolher), está errado em adotar tal comportamento violento ao perceber que seus esforços de representar a Lei são infrutíferos? Se queremos uma polícia melhor, temos que rever a Sociedade que queremos! Se queremos uma Sociedade melhor, temos que mudar nossa comportamento, postura, atitude, perante as mazelas da nossa Sociedade. A corrupção é o maior mal. Mas não pensem que a corrupção é um atributo restrito aos que detém o poder ou que intitulam como Autoridades. Jogar papel nas areias da praia polui e é ilegal. Todos sabem disso. Mas as praias vivem imundas. É dificil fazer o certo? Mesmo no que se refere nas pequenas coisas? Se não mudarmos, não teremos futuro melhor. 22 opiniões
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Márcio Martinez (1) 13/02/2008 17h08
Márcio Martinez (1) 13/02/2008 17h08
RIO GRANDE / RS
O sucesso e a fama do filme "Tropa de Elite" devem ter feito mal à cabeça do José Padilha. Falar em liberar as drogas porque pelo fato de serem ilegais provocam a morte de muitas pessoas é uma imbecilidade quase sem precedentes. Que a guerra do tráfico mata muita gente, todos nós sabemos. Mas será que crack e cocaína por exemplo, usados livremente irão elevar o padrão de vida de quem as consome? Vou dar uma outra idéia "mirabolante" aqui: Vamos liberar o seqüestro, o latrocínio, o estrupro e outros crimes hediondos. Quem sabe e com a bênção do Senhor José Padilha, estes crimes diminuam também ou simplesmente acabem.
"Dê a fama ao homem e descobrirás quem ele é".
23 opiniões
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Luciana Santana (1) 13/02/2008 15h16
Luciana Santana (1) 13/02/2008 15h16
Tropa de Elite é um best filme que o Brasil já teve nos últimos tempos. Fotografia, Som, Música, tudo ficou perfeito. O movimento da câmera nos levando a viajar junto com os personagens pelas ruas das favelas imundas de injustiça do Rio de Janeiro. É por isso que deixo o meu comentário de indignação em relação aos críticos que demonstrarão mais ódio ao apontarem Tropa de Elite como um filme de violência ruim. Uma salva de vaias para os criticos negativistas. 6 opiniões
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Luciana Melara Martinez (1) 13/02/2008 15h08
Luciana Melara Martinez (1) 13/02/2008 15h08
SAO PAULO / SP
Realmente não dá para levar em consideração a opinião de críticos que acham "Rambo" ou "Duro de matar" filmes de primeira categoria.
Afinal alguns deles também acreditam piamente que aqui ainda somos todos índios com plumas da cabeça aos pés ou então, para os que acham que somos mais civilizados, pensam que nossa capital é Buenos Aires...
O que esperar de um povo como esse que não se importa com outra cultura a não ser com a própria?
Tropa de Elite é uma realidade de nosso país que faz parte do dia-a-dia de muitos brasileiros e que, para os que não vivem essa realidade, foi um abrir de olhos.
Não sejam hipócritas! Sejam Jabour! Que tem opinião, por mais que incomode a quem quer que seja.
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Jorge Motta (2) 12/02/2008 15h44
Jorge Motta (2) 12/02/2008 15h44
SAO PAULO / SP
O que acho engraçado é que o filme "No Country for old men" que concorre a "um milhão" de oscars é de uma violência muito mais gratuita. Sem contar "Gangster" ou "A Lenda". Pelo jeito a violência de hollywood "PODEEEEE" e a brasileira "NÃO PODEEEE" ... rs 18 opiniões
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Fernanda Martins (23) 12/02/2008 14h56
Fernanda Martins (23) 12/02/2008 14h56
Compara ao Rambo, tudo bem. O que não falta em filme americano é morte pra dar e vender sem motivo. A inovação do filme foi o movimento da câmera que seguia os atores, deu um novo movimento ao filme. Sem aquela preocupação do ator atuar de acordo com o quem filma.
Tropa é bem melhor que muito enlatado americano. Um filme que faz a gente parar pra pensar muita coisa. Quero ver fazer filme do Iraque, da prisão dos maus tratos que americano tanto quer esconder. Quanta gente já morreu em guerras sem motivo.
Se fosse pelo olhar da crítica, perderia muito filme bom considerado ruim pela crítica.
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Daniel Micali (6) 12/02/2008 14h53
Daniel Micali (6) 12/02/2008 14h53
SAO CARLOS / SP
Bem americano esse comentário dele...
Aposto que se fosse mais um lixo hollywoodiano, com a câmera estática, num estúdio estático, e se fosse um herói nos moldes estadunidenses, ah, eles iriam gostar.
Acontece, que o filme foi filmado na improvisação (algumas cenas), com a câmera em movimento e nas favelas e morros cariocas de verdade; além do mais, o nosso "herói" não tem NADA a ver com o Rambo. Muito pelo contrário: Cp. Nascimento é um sujeito em conflito! Justamente o OPOSTO do "bonzão impiedoso matador de vietnamita" Rambo, que surgiu como forma de mostrar (ou divulgar) ao mundo que os americanos conseguiram alguma coisa no Vietnã, que não levar balas e perder soldados. Típico de lixo hollywoodiano com suas ideologiazinhas embutidas.
"Tropa de Elite" - na minha humilde opinião - justamente por dar esse clima de realidade à tela, ficou fantástico! Sem contar nos assunto polêmicos em que o filme toca, que não são apenas brasileiros, e sim mundiais.
Todo brasileiro sabe disso, e aposto que todo americano de bom gosto cinematográfico saberá também quando o ver.
Abraços a todos!
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carlos dias (12) 12/02/2008 13h15
carlos dias (12) 12/02/2008 13h15
Antonio, mas o Brasil é praticamente só isso mesmo... 3 opiniões
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Denise Vieira (75) 12/02/2008 12h03
Denise Vieira (75) 12/02/2008 12h03
O mais engracado eh que o unico "ponto positivo" apontado pela reportagem remete ao fato de esse ser o "retrato fiel das favelas do Rio de Janeiro", ou seja, o ponto positivo eh que ele transmite uma imagem negativa do Brasil pro resto do mundo. Ah...a mentalidade americana!!! 7 opiniões
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francismauro ribeiro (1) 12/02/2008 11h16
francismauro ribeiro (1) 12/02/2008 11h16
CUIABA / MT
Os criticos estão ai para isso, o que devemos fazer é melhorar e procurar fazer filmes que mostrem nossos posntos positivos e principalmente coisas novas. Uma coisa é fato nossos filmes estão 100% melhores de que a alguns anos atrás. Temos equipamentos e recursos humanos para realizarmso longas no estilo que o mundo quer. E lições de moral infelizmente é tipíco do patriotismo americano. 5 opiniões
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PETROPOLIS / RJ
ENQUANTO O BRASIL SÓ APRESENTAR FILMES DE MISERIA e VIOLENCIA > NÃO TEM CHANCE 15 opiniões
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