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"Tropa de Elite" no festival de Berlim

O filme "Tropa de Elite", do cineasta carioca José Padilha, vai disputar o Urso de Ouro no Festival de Cinema de Berlim, que começa no dia 7 e termina no dia 17 de fevereiro.


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Comentários dos leitores
Diego Centolanza (2) 02/12/2008 11h20
Diego Centolanza (2) 02/12/2008 11h20
Como eu sempre digo: o brasileiro tem mania de reclamar demais. Tem filmes feitos no Brasil que mostram o lado bom da coisa (assista a Guerra dos Rocha, A casa da mãe Joana, Muito gelo e dois dedos d'água). E tem filmes que mostram o lado ruim. Todo país é assim. Hollywood é assim.
A crítica internacional (me refiro à todos esses que tiveram uma má impressão do filme) não gostou do filme talvez porque não tenha idéia de que hoje em dia essa é a realidade do Brasil (e veja bem, não me refiro somente ao Rio de Janeiro). O filma retrata nada mais nada menos do que ações que acontecem com mais freqüência do que se imagina.
É simples criticar. O Difícil é conviver e lidar com a situação.
Por isso, para nós (a maioria dos Brasileiros), o filme é bem-vindo. Porque ele também tem o papel de abrir os olhos de quem vê mas não enxerga o que está acontecendo.
Diego Centolanza.
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Tropa de Elite, em minha modesta opinião, é um dos melhores filmes ja feitos no Brasil. Entretanto, observo que como em bons filmes anteriores como Central do Brasil e Cidade de Deus, só é mostrado as coisas ruins. Os diretores não se preocupam em mostrar alguma coisa bonita nos filmes, como pontos turísticos algo para relaxar etc. So se mostra o lado obscuro, horroroso que também existe no Brasil. Os americanos e europeus, em seus filmes, mostram principalmente o lado bonito de seus cidadãos e de suas cidades, apesar de também existir periferias, desempregados, roubos drogados etc. 3 opiniões
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honestino ribas (3) 17/02/2008 13h35
honestino ribas (3) 17/02/2008 13h35
BRASILIA / DF
O filme tropa de elite já cumpriu um grande papel, por fomentar o debate sobre a forma de ação do estado em relação ao crime e também da sociedade.
Agora, na fase de exibição no exterior e concorrendo a prêmios, vai reestimular uma nova fase, muito boa também.
Quando o Min. da Cultura não escolheu Tropa de Elite para concorrer ao Óscar, mostra que o governo está capturado pelo ideais humanistas de trato com o criminoso, ao passo que o sucesso de público e receptividade do filme demonstra que a sociedade já está farta e querendo reforma da nossa política de segurança pública: mais rigor, menos corrupção, menos impunidade.
Por outro lado, consegui ver algo no filme que poucos falaram aqui: que corrupçaõ dentro de uma corporação se vence com "amor à camisa". Enquanto os servidores públicos de uma instituição, que são os primeiros a verem as irregularidades, continuarem a fazer vistas grossas e tolerarem colegas e superiores corruptos, dificilmente esta instituição será saneada. Se esta é a realidade do
Bope, não sei, pois o filme foi a primeira vez que ouvi falar dest instituição. Mas se é verdade mesmo que lá dentro há um código de honra em favor da ética, e que seus membros fazem questão de estirpar as maçãs podres, acho que está aí uma grande dica de como se pode melhorar nosso sistema de serviços públicos:incentivar os bons, fazer prevalecer os que acreditam que nesse país só prospera quem é "ixperrrto", leva vantagem em tudo...
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Claudio Ferreira Clarindo (4) 16/02/2008 22h13
Claudio Ferreira Clarindo (4) 16/02/2008 22h13
PONTA GROSSA / PR
Tropa de Elite não é um filme comum, ele tem um estilo de documentário que mais parece uma denúncia. Aquela câmera com movimento brusco parece ir envolvendo e nos colocando para dentro da trama. Apesar de ser uma obra de ficção o filme mostra algumas coisas que fazem parte do nosso dia-a-dia. A primeira característica é as favelas, não existe uma cidade brasileira que esteja livre delas. A segunda é o envolvimento da nossa juventude com tráfico de drogas, seja como comprador ou vendedor ou até mesmo de divulgador delas, e não é apenas o jovem da periferia que faz uso de substancia tóxica, o que acontece na periferia acontece também no centro e nos bairros nobres das cidades brasileiras. A terceira característica revela a ineficiência do Estado em cumprir o seu papel de garantir a ordem pública através dos seus aparelhos de segurança. No filme aparece uma polícia fraca e inoperante composta de elementos comprometidos com aqueles a quem deveriam combater. Esta polícia que o filme mostra é uma polícia mal comandada, corrupta e resolve as coisas na base da violência e tortura. Tropa de elite disse a que veio, é um filme polêmico e foi alvo de debates em todo o Brasil, mesmo antes do seu lançamento, lançamento este que foi antecipado graças a Internet, talvez até de forma intencional para promover o filme e causar reflexão nas pessoas. O filme deve ser assistido várias vezes pois é um filme que vale a pena ver, de preferência em dvd original ou no cinema é claro. 17 opiniões
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Jose Cirilo Silva (25) 16/02/2008 18h10
Jose Cirilo Silva (25) 16/02/2008 18h10
PARABENS AO CINEMA BRASILEIRO.
Fico muito feliz com essa premiação, a muito tempo o cinema nacional não ganha prêmio desse nivel. Discutir o filme diferente, todos podem ou não gostar...e afinal...todo filme que perturba, ou a crítica mete o pauuu..merece ser dado uma olhadinha...afinal são eles que causão discussão e debates...filmes água com açucar e final feliz...é para relaxar e nanar...mais uma vez...
PARABENSSSS!!!!!!!!
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Odair Firmino Firmino (2) 16/02/2008 18h06
Odair Firmino Firmino (2) 16/02/2008 18h06
Acredito que Padilha tenha efetivamente espelhado muito boa parte da realidade daquilo que ocorre nas policias do Brasil. A questão é, podemos deter este avanço da violência utilizando estes métodos, devemos focar as ações de desmanche do tráfico num processo contínuo e frequente até que cada favela tenha expulso seu grupo de ações criminosas, implantando aí um policiamento solidário e participativo com a comunidade, cada espaço tomado deve ser preservado com policiais íntegros, que por si só terão o apoio dos cidadãos, e credibildiade para continuarem este trabalho de limpeza. É tudo uma questão de chegar, tomar, expulsar e permanecer. 5 opiniões
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Abigail Lino (1) 16/02/2008 17h32
Abigail Lino (1) 16/02/2008 17h32
FORTALEZA / CE
Que sociedade é essa que cultua tanta violência e que enxerga em um torturador impiedoso um salvador da pátria? Se é como dizem que o filme reflete a realidade deveria, então, a reação do público ser de indignação com tudo o que ele mostra: a corrupção policial e seu completo despreparo, a violência incontrolável e as vidas das crianças que se perdem para que um playboy da classe média fume baseado e cheire cocaína. Mas, muito ao contrário disso o que se vê é uma verdadeira comoção nacional pró-Bope. É extremamente triste de se constatar que as pessoas imaginam que uma tropa de elite, igual aquela do filme, resolve o problema da violência. É o mesmo que iludir-se em relação à pena de morte como melhor instrumento de combate ao crime. Sem querer entrar na discussão filosófica do Bem e do Mal, o que penso é que enquanto houver quem suponha que basta prender e matar para garantir a segurança dos 'homens de bem' e enquanto houver quem acredite que violência se combate com violência, peças pobres de conteúdo como o aclamado filme ainda produzirão milhões de cópias piratas. É o crime fomentando o crime. 24 opiniões
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Alexandre Pellizzon (39) 16/02/2008 17h24
Alexandre Pellizzon (39) 16/02/2008 17h24
Nas 2 vezes que fui assaltado no Rio a policia nao fez nada. Mas ja fui abordado por policiais mais de uma vez, falando em ingles comigo, achando que era gringo pq sou mto branco. O que queria? Obviamente se eu fosse mesmo gringo me extorquiriam dinheiro colocando droga no meu bolso, pois todo mundo no Rio conhece algum caso parecido. Eu sempre fui contra a liberalizacao das drogas, pq em termos dos viciados é um problema que iria aumentar, mas ao menos iria acabar de vez com essa pouca vergonha de policias que vivem de subornos de traficantes.
E vivem postando em foruns na internet sobre salarios de 600 reais de policias! NUNCA VI ISSO! Isso nao existe gente. O salario-base nao serve pra nada. O que conta eh a remunaracao total, sao varios adicionais. Policial de estados mais pobres, do nivel mais raso ganham em torno de 1.200 por mes, no Rio deve chegar perto de 2 mil. O que falta pra muitos é vergonha na cara mesmo. E claro, muitos nao aderem a bandidagem por causa de dinheiro e sim com medo da violencia. Afinal os policiais sao humanos como a gente e sentem medo tb. Entao acho que a melhor solucao eh mesmo liberar as drogas, assim os policiais nao terao mais que se arriscar subindo morros e enfrentando traficantes.
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Antonio Sodre (2) 16/02/2008 17h22
Antonio Sodre (2) 16/02/2008 17h22
Padrao 06! Tambem com meu fuzil e facil! Fatiou...passou... 2 opiniões
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Carlos Lungarzo (1) 14/02/2008 21h02
Carlos Lungarzo (1) 14/02/2008 21h02
Uma obra de ficção tem abigüidades quando toca um assunto polarizado. Se a abordagem é objetiva, assume-se o risco de que a interpretação do público seja oposta à que os autores queriam transmitir. Há muitos filmes sobre tortura, racismo, genocídio, etc. Muitos deles emocionaram a uma parte do público e, ao mesmo tempo, exacerbaram a crueldade de outra parte.
Por exemplo, em Time to Kill, Samuel Jackson pode ser interpretado como alguém forçado a matar por causa do racismo e a corrupção da justiça, e que o teria evitado num contexto menos infame. Mas, outros interpretaram que era uma apologia da "justiça por próprias mãos". No caso de "Tropa", os autores e o direitor, tentaram passar a imagem de que eram objetivos, sem enfatizar nem suavizar os fatos reais, mas que se tinham surpreendido pelas reações "fascistoides" de uma "pequena" parte do público. Objetivo não é apenas narrar um fato real (aliás os fatos de Tropa são idealizados); você escolhe uma seqëncia de fatos, e pode preferir, como Padilha, ignorar os que seriam mais críticos: os massacres do Bope contra civis inocentes. O filme não tem cacife para ser fascista: é uma expressão exacerbada e mais eficiente dos filmes de Jack Bauer ou Rambo. Morte, tortura, genocídio podem não ser boas, mas funcionam: afinal, crianças, mulheres ou homens, haverá menos favelados depois do BOPE. O livro (como antes o livro) é um logrado e eficiente manual do perfeito sádico, e uma apologia da brutalidade policial.
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André Lysâneas (1) 14/02/2008 20h20
André Lysâneas (1) 14/02/2008 20h20
Tropa de Elite é um filme que aborda o caos social em um lugar onde não há ordem. Considerando-se que o BOPE existe desde décadas atrás e o crime só aumenta, conclui-se que as atitudes do BOPE só são desta natureza por que ninguém faz nada para mudar o sistema penal, judiciário ou policial. Outro fato que pode ter escapado à percepção dos críticos diz respeito ao convite a todos os cidadãos como co-responsáveis pela situação criminosa e caótica em que vivemos. O usuário de drogas não é mais o rebelde cult que inspira liberdade. Ele é um ser sem consciência política e social e que não dá a mínima para o terror da guerra do tráfico. O fato é: o filme nos mostra que como está, não está dando certo. O BOPE não resolve, a polícia não resolve, direitos humanos em um estado dominado pela corrupção, agrava mais o problema do que resolve. Não é incentivo à tortura, é reflexão sobre a desordem brasileira. 29 opiniões
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Daniel Collares (3) 14/02/2008 09h53
Daniel Collares (3) 14/02/2008 09h53
FLORIANOPOLIS / SC
Vejo que funcionários da polícia também participam neste "fórum", mostrando-se contrariados pelo fato de estarem agora também sendo criticados. O fato é que a polícia tem que melhorar e muito, cara senhora, e não é começando pelo aumento de salários e muito menos por investimentos em "boas" armas. Cada passo que se da no sentido de armamentar a polícia é um tropeço no sentido de aumentar o poder bélico nos morros. Quanto ao aumento dos salários, se isso fosse promessa de aumento na eficiência em cargos públicos teríamos políticos tão eficientes quanto fossem seus "razoáveis" salários... O fato é que quem trabalha para a polícia, seja subindo morro ou não, escolheu sua profissão e deve, antes de mais nada, gostar do que faz, ganhando bem ou não, trabalhando em feriado ou não. Em todos os outros setores também se ganha pouco, e isso não deve ser justificativa para ineficiência e corrupção. Policiais, em geral, tem demonstrado sua maior vulnerabilidade bem antes de sacar a arma que empunha - não tem preparo ético e moral, e tampouco consciência dos fatores sociais gerados por suas atitudes. 31 opiniões
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sérgio carneiro (236) 13/02/2008 23h05
sérgio carneiro (236) 13/02/2008 23h05
Tropa de Elite é um filme feito por brasileiros para brasileiros, sendo, entretanto, compreensível que os europeus e os estadunidenses não gostassem. Na minha opinião, o sucesso deste filme deve a dois fatores:
1º O Brasil sendo o retrato da impunidade, assim o BOPE seria uma única solução racional para o crime organizado.
2º Acredito que o "vazamento" pela internet foi uma grande jogada de marketing, pois, onde teria toda esta divulgação senão na maior rede do mundo.

A criação de um anti-herói foi uma formula muito usada pelo cinema (Rambo, Desejo de Matar, Lei e Ordem e outros). A indignação dos cidadãos que não vêem os bandidos serem punidos pelo "judiciário" ( pois se fosse "justiça" eles seriam punidos) é personificada nas ações do BOPE (no filme) ou mesmo dos 111 mortos em Carandiru. Outros fragmentos como os conflitos pessoais, profissionais e outras cenas de violência são coadjuvantes do roteiro.
Lembrem-se que na Alemanha ainda existem resquícios de um "limpeza étnica", portanto, podem terem feitos uma analogia entre traficantes e judeus ou BOPE e os SS, quem sabe? E as criticas negativas tem a função de afastar expectadores e talvez este tenha sido o objetivo. Com certeza o diretor pisou, sem querer, nos calos secos de alguem.
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Alessandro Cruz (1) 13/02/2008 22h24
Alessandro Cruz (1) 13/02/2008 22h24
SAO CARLOS / SP
Bom, não vi o tal filme e não posso me arriscar a opinar sobre seu suposto fascismo ou não. Agora, o caráter fascista de determinadas ações policiais - sendo da polícia de elite ou não -, assim como o fascismo de alguns admiradores do filme é claro e inquestionável. E acho que a atração que o filme exerce sobre esse tipo de público (gente que fica com "a alma lavada" ao assistir policiais torturadores e executores em ação), é justamente o problema. O filme é realmente ambíguo? Não sei. Mas levando em consideração o que julgam e compreendem alguns fãs do capitão Nascimento, de gente que acredita que um 'baseado' aceso é o mal do país e que isso realmente se resolve com um saco na cabeça, desconfio que não! Não vi o filme, reitero, mas meu desconfiômetro me diz que o diretor do filme nunca quis exaltar capitão algum. 7 opiniões
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Carlos Canto (1) 13/02/2008 21h15
Carlos Canto (1) 13/02/2008 21h15
Fato é que o filme Tropa de Elite incomoda, gera polêmica, especialmente por mostrar o retrato de uma realidade brasileira regada a muita corrupção e hipocrisia. Concordo com o crítico, sobre estar na mesma linha que Cidade de Deus, definitivamente, a tensão é do começo ao fim. O problema é que, às vezes, gostamos de chamar a atenção mostrando a nossa pura violência, e como toda violência, não faz muito sentido. Em compensação, o cinema brasileiro "rodou" nessa festa, refinado e inovador e, acima de tudo, tá de parabéns! 5 opiniões
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Barbara DeFranco (1) 13/02/2008 21h04
Barbara DeFranco (1) 13/02/2008 21h04
BAURU / SP
Na minha opinião, o que gruda é o que o povo gosta - palavrão, violência, etc. Mas o filme deve ser analisado pelo lado do consumidor de drogas, que apenas curte o seu prazer. É ele quem destroi uma sociedade inteira. Agora, a corrupção e aviolencia destes policiais que foram abordados no filme é apenas uma consequencia do tráfico de drogas. 3 opiniões
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Cristiane Aguiar (2) 13/02/2008 21h01
Cristiane Aguiar (2) 13/02/2008 21h01
É realmente o pessoal fica da janela do seu "apartamentinho da zona sul" fazendo comentário negativo sobre o filme Tropa de Elite...
Alôooo desavisados!!! não é só no Rio de Janeiro que o policial literalmente dá o sangue no trabalho e ganha pouco, aqui no interior do estado de São Paulo não é diferente. Aliás quando tiver rebelião de presos nas Cadeias convidaria os senhores para irem até lá conversarem e quem sabe chegarem a um acordo. Quem toparia sair de casa no dia das mães? E no natal? Ah! não pode viajar no carnaval viu? Nem no final de ano. É por essas e outras que o policial merece melhores condições de trabalho, merece cursos de especialização, merece equipamentos bons, merece bons salários, merece boas viaturas, merece boas armas. Vivencie a experiência primeiro para depois criticar com fundamento. O filme retrata uma realidade e por isso tem o seu valor.
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Cassio Medeiros (1) 13/02/2008 20h56
Cassio Medeiros (1) 13/02/2008 20h56
SAO JOSE DO RIO PRETO / SP
Não concordo com o que o Alexandre Pellizzon (4) 13/02/2008 19h08 disse:
"Não sei pq falam tanto em salario de 600 reais pra policiais. Agora tao pedindo ate curso superior pra ser policia e o salario nao é 600 nem aki nem na China, O mais baixo deve ser em torno de uns 1,500 reais.
Se é corrupto é pq nao presta mesmo. Presta mto menos que os bandidos"

tudo bem que temos muitos policiais corruptos mas o que ele ta falando do salário tem policial que ganha R$ 800,00 pra subir no morro, vc arriscar a sua vida a da sua familia e tem gente que acha que voce não faz nada. VC acha muito dinheiro, mesmo que fosse 1,500 e a sua vida quanto vale ? policial tem que amar o que faz, não é pra qualquer um não, nos fazemos isso por amor se fosse pelo dinheiro eu viraria politico... Acorda Cidadão !!!!!!
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Daniel Collares (3) 13/02/2008 19h41
Daniel Collares (3) 13/02/2008 19h41
FLORIANOPOLIS / SC
depois de ler algumas críticas relacionadas ao filme pela imprensa estrangeira, taxando-o de facista, tenho a impressão de que, pelo menos no exterior, o diretor foi bem-sucedido nesse "retrato" da polícia brasileira, que além de corrupta, é autoritária e violenta. É uma pena que o público brasileiro não tenha se concentrado também nesse aspecto, prefirindo enxergar o BOPE como uma esperança de erradicação do tráfico e da bandidagem. Aqui, infelizmente, a interpretação geral do filme só tornou a polícia mais arrogante e autoritária. Enquanto a população veste a bandeira da "faca na caveira", os bandidos (fardados ou não) tornam a vida do cidadão comum cada vez mais reprimida. 22 opiniões
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RIO DE JANEIRO / RJ
Cheguei neste maravilhoso país em 1947. Casei com brasileiro e tenho três filhos, três netos e uma bisneta. Não vi nem quero ver TROPA DE ElITE.Nem qualquer filme brasileiro que exporte as nossas deficiencias, eu o considero uma traição à pátria que escolhi. "roupa suja se lava em casa". Os diretores que querem fazer sucesso no exterior deveriam gastar seu talento resolvendo nossos problemas internos. Que são só nossos. nanapirez do alto dos seus 74 anos de amor ao Brasil. 11 opiniões
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