09/08/2001
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04h25
da Folha de S. Paulo, em Londres
"The Times" e "The Independent", dois dos principais jornais britânicos, dedicaram espaço em suas edições para Jorge Amado.
"O grande homem das letras do Brasil no século 20" foi a definição escolhida pelo diário "The Times" para abrir seu texto em tributo ao escritor. O jornal classifica-o como "um apaixonado marxista, que teve profundo envolvimento na vida política de seu país". O autor é descrito como "um jornalista panfletário à la Zola, com imaginação criativa para produzir poderoso retrato da sociedade do interior".
O artigo do "Independent" é mais contido e menos adjetivador. Opta por detalhar a evolução da carreira de Amado contextualizando a situação sócio-política do Brasil da época.
Consta a seguinte declaração de Amado: "Vejo uma unidade em minha obra, exceto que, quando jovem, eu acreditava na ideologia de outras pessoas, que os ricos devem ser maus, e os pobres, bons. Ao longo dos anos, eu percebi que há bondade e maldade em qualquer pessoa e que é mais interessante explorar isso".
Dois jornais britânicos de prestígio, "The Guardian" e "The Daily Telegraph" nada publicaram sobre o escritor.
Leia mais notícias sobre a morte de Jorge Amado
Principais jornais ingleses noticiam morte de Jorge Amado
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LEONARDO CRUZda Folha de S. Paulo, em Londres
"The Times" e "The Independent", dois dos principais jornais britânicos, dedicaram espaço em suas edições para Jorge Amado.
"O grande homem das letras do Brasil no século 20" foi a definição escolhida pelo diário "The Times" para abrir seu texto em tributo ao escritor. O jornal classifica-o como "um apaixonado marxista, que teve profundo envolvimento na vida política de seu país". O autor é descrito como "um jornalista panfletário à la Zola, com imaginação criativa para produzir poderoso retrato da sociedade do interior".
O artigo do "Independent" é mais contido e menos adjetivador. Opta por detalhar a evolução da carreira de Amado contextualizando a situação sócio-política do Brasil da época.
Consta a seguinte declaração de Amado: "Vejo uma unidade em minha obra, exceto que, quando jovem, eu acreditava na ideologia de outras pessoas, que os ricos devem ser maus, e os pobres, bons. Ao longo dos anos, eu percebi que há bondade e maldade em qualquer pessoa e que é mais interessante explorar isso".
Dois jornais britânicos de prestígio, "The Guardian" e "The Daily Telegraph" nada publicaram sobre o escritor.
Leia mais notícias sobre a morte de Jorge Amado


