16/11/2001
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00h03
Editor de entretenimento da Folha Online
"Harry Potter e a Pedra Filosofal", o filme, deve impulsionar mais ainda a venda dos livros da série da escritora britânica J. K. Rowling, já que deixa o espectador na ansiedade de saber o que acontece depois da primeira aventura, que narra a chegada da promissora turma à Escola de Magia e Bruxaria Hogwarts.
Filme para crianças, adolescentes e adultos, mistura na medida certa efeitos especiais, humor, suspense e carisma pelo personagem, que no mundo todo já vendeu mais de 100 milhões de livros e foi traduzido para 46 países.
Nunca li os livros, mas, depois de ver o filme, me sinto atraído pela idéia, já que ainda há outros três volumes pela frente e um comichão que não pode esperar pelos próximos filmes, que devem surgir somente a partir do ano que vem.
O filme, ainda que sem a riqueza de detalhes descrita no livro -baseado no que já li e consultei a respeito- parece arrastado e requer o uso da lógica para se situar no tempo e no espaço da história. O próprio diretor do longa, Chris Columbus, disse que se pudesse faria um filme de sete ou oito horas, um exagero para a indústria do cinema.
Em duas horas e meia, "Harry Potter" traduz o espírito "teen" moderno, que se interessa, principalmente, pela leitura. "Harry Potter" é cativante e prova que nem só de besteirol é feito o cinema infantil. Que bom seria se todos os produtores pensassem assim.
Seus cenários, seus figurinos, os efeitos especiais e sua criatividade -como a criação das cenas de quadribol- são seus maiores feitos, consequência do investimento de US$ 125 milhões, o maior da Warner Brothers neste ano. Como na literatura, é recomendado para todas as idades.
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"Harry Potter" provoca comichão que deve impulsionar venda de livros
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MARCELO BARTOLOMEIEditor de entretenimento da Folha Online
"Harry Potter e a Pedra Filosofal", o filme, deve impulsionar mais ainda a venda dos livros da série da escritora britânica J. K. Rowling, já que deixa o espectador na ansiedade de saber o que acontece depois da primeira aventura, que narra a chegada da promissora turma à Escola de Magia e Bruxaria Hogwarts.
Filme para crianças, adolescentes e adultos, mistura na medida certa efeitos especiais, humor, suspense e carisma pelo personagem, que no mundo todo já vendeu mais de 100 milhões de livros e foi traduzido para 46 países.
Nunca li os livros, mas, depois de ver o filme, me sinto atraído pela idéia, já que ainda há outros três volumes pela frente e um comichão que não pode esperar pelos próximos filmes, que devem surgir somente a partir do ano que vem.
O filme, ainda que sem a riqueza de detalhes descrita no livro -baseado no que já li e consultei a respeito- parece arrastado e requer o uso da lógica para se situar no tempo e no espaço da história. O próprio diretor do longa, Chris Columbus, disse que se pudesse faria um filme de sete ou oito horas, um exagero para a indústria do cinema.
Em duas horas e meia, "Harry Potter" traduz o espírito "teen" moderno, que se interessa, principalmente, pela leitura. "Harry Potter" é cativante e prova que nem só de besteirol é feito o cinema infantil. Que bom seria se todos os produtores pensassem assim.
Seus cenários, seus figurinos, os efeitos especiais e sua criatividade -como a criação das cenas de quadribol- são seus maiores feitos, consequência do investimento de US$ 125 milhões, o maior da Warner Brothers neste ano. Como na literatura, é recomendado para todas as idades.
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