30/12/2001
-
20h09
da Folha de S. Paulo
O médico que assinou o boletim sobre a morte da cantora Cássia Eller, o diretor da clínica Santa Maria, é capitão da Polícia Militar e cirurgião plástico.
Segundo a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, regional do Rio de Janeiro, Gedalias Henriger Filho é membro aspirante da entidade.
Também diretor da clínica, Heringer Filho informou, no boletim, que Cássia chegou "com quadro de desorientação e agitação, tendo evoluído rapidamente para depressão respiratória e parada cardiorrespiratória".
O Cremerj (Conselho Regional de Medicina do Rio de Janeiro) vai investigar se houve falha no atendimento da clínica Santa Maria.
"Estranhei e até lamento que essa moça tenha ido para essa clínica. É uma clínica de pequeno porte, não é de padrão A", disse o presidente da entidade, Mário Jorge Noronha.
A Folha tentou localizar algum responsável pela Santa Maria. Os atendentes diziam que não havia ninguém para falar sobre o caso.
Leia mais:
Reumatismo de Cássia não explica parada cardíaca brutal, diz médico
Leia mais no especial Cássia Eller
Médico do boletim da morte de Cássia é cirurgião plástico
Publicidade
da Folha Online eda Folha de S. Paulo
O médico que assinou o boletim sobre a morte da cantora Cássia Eller, o diretor da clínica Santa Maria, é capitão da Polícia Militar e cirurgião plástico.
Segundo a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, regional do Rio de Janeiro, Gedalias Henriger Filho é membro aspirante da entidade.
Também diretor da clínica, Heringer Filho informou, no boletim, que Cássia chegou "com quadro de desorientação e agitação, tendo evoluído rapidamente para depressão respiratória e parada cardiorrespiratória".
O Cremerj (Conselho Regional de Medicina do Rio de Janeiro) vai investigar se houve falha no atendimento da clínica Santa Maria.
"Estranhei e até lamento que essa moça tenha ido para essa clínica. É uma clínica de pequeno porte, não é de padrão A", disse o presidente da entidade, Mário Jorge Noronha.
A Folha tentou localizar algum responsável pela Santa Maria. Os atendentes diziam que não havia ninguém para falar sobre o caso.
Leia mais:
Leia mais no especial Cássia Eller


