Departamento é investigado por favorecer Paris Hilton na prisão
da Associated Press, em Los Angeles
Um procedimento interno foi aberto na quinta-feira (12) sobre possível tratamento especial dispensado a Paris Hilton durante sua estadia na cadeia. Ela permaneceu 23 dias no complexo prisional de Lynwood, na Califórnia, por ter violado uma condicional ao dirigir embriagada.
| Kevork Djansezian/AP |
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| Paris Hilton deixou prisão escoltada por policiais e pelo advogado no dia 26 de junho |
O Departamento de Xerifes vai examinar se a socialite obteve acesso livre. Normalmente, as detentas têm de enfrentar filas para utilizar um telefone pago durante algumas horas preestabelecidas, disse o porta-voz da instituição, Steve Whitmore.
Também há denúncias de que Paris recebeu um uniforme novo na prisão, e não os já usados por outras presas, como é de praxe.
Outra queixa é a de que Paris recebia sua correspondência das mãos por um oficial, e não por uma colega de prisão com bom comportamento.
As denúncias foram feitas pelo sindicato do órgão e pela Associação dos Xerifes de Los Angeles, segundo o jornal "Los Angeles Times".
Whitmore disse que as alegações não condizem com as informações sobre o encarceramento de Paris.
O mesmo departamento foi acusado de dispensar tratamento especial a Paris, quando o xerife Lee Baca autorizou que a socialite fosse para casa, após três dias de sua entrada na prisão. A mudança de regime foi breve: ela passou uma noite em casa e teve de voltar à cadeia por determinação de um juiz.
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