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Ilustrada
04/09/2007 - 13h07

Estrelas da música correm mais risco de morrer cedo, diz estudo

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da Efe, em Londres

O que muitos temiam e outros davam como certo adquire agora caráter científico: as estrelas do pop e do rock têm mais que o dobro de chances de morrer prematuramente do que o resto da população.

Claudio Onorati/Efe
Com mais de 60 anos, Mick Jagger e Keith Richards dos Rolling Stones contrariam estudo
Com mais de 60 anos, Mick Jagger e Keith Richards dos Rolling Stones contrariam estudo

As informações são de uma pesquisa da Universidade John Moores, em Liverpool (norte da Inglaterra), publicadas pela revista científica "Journal of Epidemiology and Community Health".

Cientistas do centro acadêmico inglês estudaram a vida de mais de mil profissionais americanos e europeus do mundo da música e que fizeram fama de 1956 a 1999, de Elvis Presley até o rapper Eminem.

Os especialistas afirmam que as estrelas da música têm maior risco de morrer nos primeiros anos de fama e, por isso, recomendam estudos sobre a influência desses artistas em seus respectivos fãs.

Em sua pesquisa, os cientistas descobriram que, dos dois aos 25 primeiros anos de fama, o risco de morte é até três vezes maior nos artistas que no resto da população.

"As estrelas do pop podem ser submetidos a elevados níveis de estresse em ambientes onde o álcool e as drogas estão ao alcance das mãos, o que propicia mais risco de comportamentos que possam prejudicar a saúde", dizem os especialistas.

Afirmam ainda que as overdoses e os alcoolismo estão por trás de mais de um quarto das mortes prematuras de estrelas da música dos EUA e da Europa.

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