Estrelas da música correm mais risco de morrer cedo, diz estudo
da Efe, em Londres
O que muitos temiam e outros davam como certo adquire agora caráter científico: as estrelas do pop e do rock têm mais que o dobro de chances de morrer prematuramente do que o resto da população.
| Claudio Onorati/Efe |
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| Com mais de 60 anos, Mick Jagger e Keith Richards dos Rolling Stones contrariam estudo |
As informações são de uma pesquisa da Universidade John Moores, em Liverpool (norte da Inglaterra), publicadas pela revista científica "Journal of Epidemiology and Community Health".
Cientistas do centro acadêmico inglês estudaram a vida de mais de mil profissionais americanos e europeus do mundo da música e que fizeram fama de 1956 a 1999, de Elvis Presley até o rapper Eminem.
Os especialistas afirmam que as estrelas da música têm maior risco de morrer nos primeiros anos de fama e, por isso, recomendam estudos sobre a influência desses artistas em seus respectivos fãs.
Em sua pesquisa, os cientistas descobriram que, dos dois aos 25 primeiros anos de fama, o risco de morte é até três vezes maior nos artistas que no resto da população.
"As estrelas do pop podem ser submetidos a elevados níveis de estresse em ambientes onde o álcool e as drogas estão ao alcance das mãos, o que propicia mais risco de comportamentos que possam prejudicar a saúde", dizem os especialistas.
Afirmam ainda que as overdoses e os alcoolismo estão por trás de mais de um quarto das mortes prematuras de estrelas da música dos EUA e da Europa.
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