Madonna nega ter agido ilegalmente para adotar criança africana
da Ansa, em Londres
A cantora norte-americana Madonna, 49 anos, negou ter utilizado sua fama e fortuna para acelerar o processo de adoção do menino David Banda, 2 anos, nascido em Malauí, na África.
| Divulgação |
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| Madonna diz não ter usado dinheiro e fama para facilitar adoção |
Madonna foi acusada de ter subornado um funcionário público do país africano para apressar os trâmites de adoção de David, que, desde outubro do ano passado, vive com a cantora em sua mansão, em Londres (Inglaterra).
"Não houve nenhuma interferência com funcionários do governo [de Malauí] e Madonna não utilizou seu status de celebridade para acelerar o processo de adoção [do menino David], como foi reportado. Foram seguidos todos os procedimentos legais', declarou Liz Rosenberg, porta-voz da cantora, em Londres.
Simon Chisale, oficial da Secretaria do bem-estar Infantil de Malauí, tem uma viagem a Londres prevista para esta semana, quando avaliará o caso da criança. Na semana passada, a organização sem fins lucrativos Save the Children --que luta pelos direitos de crianças carentes do mundo todo-- acusou a cantora de promover a adoção infantil internacional em países que não contam com as garantias legais necessárias para este tipo de processo, considerado bastante delicado.
Madonna e seu marido, o cineasta Guy Ritchie, contam com a custódia temporária de David e esperam receber, ainda nesta semana, a aprovação das autoridades do Malauí para completar a adoção do menino. Uma vez terminado este processo, o casal planeja adotar outra criança, uma menina, do mesmo país africano.
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