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Ilustrada
28/09/2007 - 22h01

Olavo confessa assassinato de Taís em "Paraíso Tropical"

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da Folha Online

Olavo (Wagner Moura) é o assassino de Taís Grimaldi (Alessandra Negrini) em "Paraíso Tropical", novela da Globo das 21h. O suspense terminou nesta sexta-feira (28) durante o último capítulo da trama de Gilberto Braga e Ricardo Linhares, que registrou 56 pontos no Ibope.

O vilão envenenou a bebida da gêmea má após ela fazer uma chantagem. Taís descobriu que Ivan (Bruno Gagliasso) era filho de Antenor (Tony Ramos) com uma antiga copeira de uma casa do empresário em Paraty (litoral do Rio) e ameaçou contar o segredo.

Divulgação
Olavo matou Taís para se livrar de chantagem sobre o passado de Ivan, herdeiro de Antenor
Olavo matou Taís para se livrar de chantagem sobre o passado de Ivan, herdeiro de Antenor

Taís descobriu a verdadeira paternidade de Ivan ao ouvir uma conversa entre Olavo e o cafetão Jáder (Chico Diaz), que morreu baleado, abandonado pelo vilão no meio da rua.

Olavo envenenou Taís durante uma conversa no apartamento de Paula, a gêmea boa. O vilão convidou Taís para participar de um plano maquiavélico com o objetivo de ficar com a herança de Antenor, dono do grupo Cavalcanti.

A armação de Olavo previa o assassinato do seu chefe Antenor, de seu "irmão" Ivan e da mãe Marion (Vera Holtz). No passado, a socialite perdeu um filho na véspera do parto e adotou Ivan, que havia sido abandonado pela copeira que trabalhava na casa de Antenor. Olavo descobriu a verdade porque seu pai lhe contou o segredo antes de morrer.

Morte de Olavo e Ivan

A revelação da identidade do assassino ocorreu no apartamento de Marion, onde Olavo se escondeu após ser perseguido por Daniel (Fábio Assunção) e Antenor. O marido de Paula apontou uma arma para o vilão, que acabou confessando o assassinato. Depois, Olavo morreu baleado por Ivan. Antes do último suspiro, o vilão disparou e matou o rapaz.

Olavo também confessou a morte de Lutero (Edwin Luisi), que exigia o casamento com Alice (Guilhermina Guinle) em regime de separação de bens. No último capítulo, Alice levou a pior por agredir uma empregada: teve de recolher lixo na rua, prestando serviços comunitários, e prometeu voltar para Londres.

Já Lúcia (Glória Pires) perdoou a traição de Antenor com Bebel e revelou estar grávida do empresário.

Bebel nua

Já a prostituta Bebel (Camila Pitanga) perdeu o bebê que esperava de Olavo e se envolveu com um senador usineiro envolvido em um escândalo político, transformando-se em uma perua. Ao dar um depoimento em uma fictícia CPI dos Biocombustíveis, Bebel anunciou que aceitou posar nua para uma revista. Já Marion virou vendedora ambulante.

Como em toda novela, finais felizes não faltaram. Gustavo (Marco Ricca) e Dinorá (Isabela Garcia) finalmente reataram a relação durante passeio romântico em um parque de diversões e se casaram.

Cássio (Marcelo Antony), em encontro com Lúcia, revelou que terá um bebê com e Joana (Fernanda Machado). O mauricinho Fred (Paulo Vilhena) se reconciliou com Camila (Patricia Werneck), e Neli (Beth Goulart) e Heitor (Daniel Dantas) também terminaram juntos.

Uma apresentação do cantor Milton Nascimento para o elenco e equipe técnica marcou as últimas cenas de "Paraíso Tropical", que fechou a temporada com a segunda pior audiência média da década. Na próxima segunda-feira (1º), estréia a substituta de "Paraíso Tropical", a novela "Duas Caras", de Aguinaldo Silva.

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Comentários dos leitores
Luiz Stephano De Módena (1226) 08/02/2008 11h07
Luiz Stephano De Módena (1226) 08/02/2008 11h07
GUARUJA / SP
Ao acusar os 5000 assentados do Incra pelos desmatamentos no município, o Prefeito de Santana do Araguaia/PA Sr. Antonio Carveli Filho, diz:
"O próprio governo federal criou esse problema. Os colonos tocam fogo para fazer suas lavouras e nós não podemos fazer nada. Se a gente for lá, leva porrada"(sic)
2 opiniões
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Luiz Stephano De Módena (1226) 16/12/2007 02h17
Luiz Stephano De Módena (1226) 16/12/2007 02h17
GUARUJA / SP
CPMF? Acabôh sim!!!
E se quiserem recria-lá, terão que arcar com o ônus político nas urnas.
28 opiniões
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Daniel Delgado (22) 30/09/2007 13h04
Daniel Delgado (22) 30/09/2007 13h04
A veiculação cultural no Brasil não é incipiente, mas terrivelmente insipiente. Aquilo que deveria ser um canal eficaz para redescobrir a sociedade sob um viés transcedentemente superador da crise moral que atravessa repete a banalização historica do esperto rompendo e quebrando a envergadura ética desejada. Gilberto Braga repete os clichês e abusa da retorica subdesenvolvimentista, profanando as expectativas do socialmente acalentado. Daí ter construído em enredo empolgante, fazendo emergir, entretanto, um final ridículo, infeliz e porque não dizer, desanimador. A pressa em terminar e obscurecer qualquer tentativa de acerto do publico-alvo sobre "quem matou Tais" e "por que motivo?" levou-o a achar que somos uns imbecis que chegam a ridiculo de compará-lo a uma Agatha. Os atores, pegos de surpresa na reviravolta autoral, ficaram pasmos e quase em um mudismo repulsivo deixaram-se levar quais marionetes em um circo de mambembe. Terrivel final... 9 opiniões
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