Pirataria não democratiza, diz protagonista de "Tropa de Elite"
da Folha Online
Astro do filme "Tropa de Elite", o ator Wagner Moura criticou a pirataria de obras audiovisuais e apontou soluções para a democratização do setor, durante participação no programa "Altas Horas", a ser exibido pela Globo na madrugada deste sábado para domingo.
No longa-metragem dirigido pelo cineasta José Padilha (que fez "Ônibus 174"), Wagner encarna Nascimento (Wagner Moura), oficial do Bope (Batalhão de Operações Policiais Especiais). A estréia da produção foi antecipada devido à pirataria.
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| Ator Wagner Moura vive policial do Bope, no filme "Tropa de Elite"; veja galeria de imagens |
"Não foi um aspecto positivo para o 'Tropa'. Não acredito que a pirataria democratize o audiovisual. A solução real é construir salas de cinema em regiões carentes e dar condições para que a população possa comprar um ingresso", disse o ator no programa comandado por Serginho Groisman.
No final do mês passado, Wagner era presença diária na TV com a novela "Paraíso Tropical", de Gilberto Braga e Ricardo Linhares, no papel do vilão Olavo. No último capítulo, foi revelado que seu personagem envenenou a gêmea má Taís.
"O diretor, Dennis Carvalho, me contou que eu seria o assassino apenas uma semana antes da novela acabar. Ele me chamou em uma sala e foi tão sério que pensei que iria me demitir", contou Wagner.
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