Cultura tenta salvar última fábrica de vinis do Brasil
da Folha Online
Com um mercado muito específico, a única fábrica brasileira de discos de vinil ainda existe, na Baixada Fluminense, na cidade de Belford Roxo, mas ela corre o risco de fechar as portas.
A Polysom já chegou a imprimir 110 mil cópias de um só disco, mas atualmente faz cerca de 23 mil vinis por ano.
| Divulgação |
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| Vinil perdeu espaço para o CD; resta apenas uma fábrica de "bolachas" no Brasil |
O Ministério da Cultura anunciou que hoje mostrará um "pacote" para tentar salvar a fábrica, com a presença do ministro da pasta, Gilberto Gil. Um álbum com participação de nomes do rap deve ser lançado no formato, mas outras ações estão previstas.
O disco de vinil é uma mídia desenvolvida no início da década de 50, mas no final da década de 80 e início da de 90, os CDs surgiram no mercado e praticamente tomaram de maneira completa o lugar dos vinis na casa de consumidores. Ter vinis ou "bolachas", como são chamados os discos, virou praticamente coisa de colecionador. No Brasil, os LPs em escala comercial foram comercializados até 1996.
No entanto, os vinis são importantes para os DJs e como o Brasil tem apenas uma fábrica, muito do material destinado a tais profissionais tem de ser importado.
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