"Descolados" isolam nordestinos e interioranos no "BBB"
da Folha Online
No primeiro dia após a estréia, o "Big Brother Brasil" começa a definir uma de suas tramas. A turma dos que se acham "descolados" (Bianca, Rafinha, Fernando, Juliana e Alexandre) se isola dos outros em suas conversas e evita tarefas pesadas na casa, preferindo conversas sobre música eletrônica, raves, viagens e aventuras internacionais à beira da piscina.
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| Participantes exibem corpos sarados em banhos na piscina do "Big Brother Brasil 8", após apresentação de Daniela Mercury (centro) |
Já o outro grupo, formado por participantes fora do eixo Rio-São Paulo, começa a reclamar porque acaba tendo de arrumar a cozinha e lavar os pratos. A loira Natália, do interior do Rio Grande do Sul, já verbalizou o conflito. Para ela, a tarefa de lavar a louça vai criar rivalidades entre as turmas.
Em comum, a turma dos "descolados" tem a paixão pela tatuagem. A produtora de moda Bianca "Caraca" Jahara ("sou muito carioca, tenho uma alegria diferente que o Brasil não conhece"), o gerente de contas Fernando "Brother" Mesquita ("Miami é maneiro"), a modelo Juliana "Meu" Góes e o modelo Alexandre "Véio" Scaquette só falam de seus amigos que fazem sucesso no exterior. Bianca também revelou que tem um irmão que trabalha nos EUA no canal Discovery. Ontem, ela ganhou a imunidade e não poderá ser indicada ao paredão no próximo domingo.
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Especial



Está evidente que está ocorrendo um conflito de abusos contra os direitos humanos, da liberdade, dignidade e respeito com os concorrentes ali presente. Onde está o direito da cidadania? O Ministério da Justiça precisa tomar uma providencia urgente, antes que mais alguma outra prova possa trazer mais lesões aos concorrentes.
A PIOR DE TODAS as PROVAS ATE ONTEM FOI, QUANDO CONFINARAM NUMA SOLITÁRIA DE 2 X 2 M2, 3 RAPAZES vestidos de branco e descalços. Resultando em danos: a claustrofobia, um sério dano psicológico!
A sala é como uma "solitária-prisão", considerada como castigo, de cima a baixo inteiramente branco, o cérebro cansa, em ambiente sem janelas, sem noção de tempo, da sem luz natural do dia ou da noite, e uma lâmpada fica ligada 24horas.
Por que classificá-los como castigados numa solitária? O que fizeram para merecer?
O jovem rapaz LEONARDO JANU de 25 anos, ao entrar no quarto, teve um impacto que mostrou sinais de pânico para todos os telespectadores.
Esse abuso, causa lesões no cérebro e, conseqüentemente serias complicações, podendo levar ate ao suicídio, sem exageros. No futuro, reflexos em menor pr
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