Polícia dispensa Mary-Kate Olsen de investigação sobre Ledger
da Efe, em Nova York
A atriz Mary-Kate Olsen, amiga do ator Heath Ledger, não deve ser interrogada pelos detetives que investigam a morte do ator australiano, informou o chefe do Departamento de Polícia de Nova York, Raymond Kelly.
Nos dias posteriores à morte do ator, diversos meios de comunicação disseram que a polícia nova-iorquina iria querer mais detalhes dos telefonemas que Mary-Kate recebeu de Diana Woolozin, a massagista que encontrou Ledger inconsciente num apartamento da cidade.
| 20.nov.2007/Divulgação |
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| Mary-Kate Olsen não será ouvida em investigação sobre morte de Heath Ledger |
No entanto, Kelly frisou que não há "indicação alguma de que os investigadores vão falar com Mary-Kate Olsen".
O oficial disse ainda que a Polícia obteve "toda a informação necessária" depois que se reuniu com as testemunhas que estavam no apartamento, informa hoje o site do jornal "Daily News".
A atriz se viu envolvida na morte do protagonista de "O Segredo de Brokeback Mountain" (2005) depois que a massagista de Ledger, que foi encontrado morto na terça-feira passada, telefonou três vezes para Mary-Kate do telefone celular do ator antes de acionar o serviço de emergência.
Além da massagista, os detetives interrogaram exaustivamente a empregada doméstica Teresa Salomon, que também descobriu o corpo de Ledger.
A polícia ouviu ainda os três seguranças que Olsen enviou para a casa do amigo depois dos insistentes telefonemas da massagista.
O chefe da Polícia de Nova York reiterou que o laudo sobre as causas da morte do ator, que tinha 28 anos, vai demorar de seis a sete dias para ficar pronto.
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