Clima esquenta entre Juliana e Rafinha no "Big Brother Brasil"
da Folha Online
A jornalista e modelo Juliana está colhendo os frutos de sua persistência na oitava edição do "Big Brother Brasil" (TV Globo). Durante a tarde ela foi "toda sedutora" até a cama do músico emo Rafinha. Chateada com tanta resistência, ela falou brincando: "Besta quadrada".
O músico tentou mudar de assunto, dizendo que precisava cortar o cabelo. "Que nada", respondeu ela, com um sorriso maroto, sugerindo que o visual do moço está perfeito.
A morena se aproximou e fez cafuné no cabelo do rapaz, acariciando depois seu pé debaixo do edredom. Apesar de tentar se controlar, ele não resistiu e colocou o braço sobre a perna da moça, correspondendo ao carinho. Parece que o namorado eliminado da casa, o modelo Alexandre, ficou definitivamente para trás.
Os outros participantes comentaram durante a tarde sobre o "affair" entre o campineiro e a santista. "O quarto é divertimento para o Rafinha. A Lú (namorada do músico) deve estar pensando assim: 'Se ele está achando a casa difícil, imagina quando chegar em Campinas'", comentou, com malícia, Felipe. Rafael se defendeu. "A Ju estava me fazendo carinho porque eu estava precisando disso."
Leia mais
- Após 14 horas de prova, Thatiana é a nova líder do "BBB"
- Fernando quer ganhar prova do anjo no "Big Brother" neste sábado
- Tem de ser muito macho para agüentar, diz BBB sobre assédio
- Casal do "BBB" protagoniza cenas picantes sob edredom
Especial


Está evidente que está ocorrendo um conflito de abusos contra os direitos humanos, da liberdade, dignidade e respeito com os concorrentes ali presente. Onde está o direito da cidadania? O Ministério da Justiça precisa tomar uma providencia urgente, antes que mais alguma outra prova possa trazer mais lesões aos concorrentes.
A PIOR DE TODAS as PROVAS ATE ONTEM FOI, QUANDO CONFINARAM NUMA SOLITÁRIA DE 2 X 2 M2, 3 RAPAZES vestidos de branco e descalços. Resultando em danos: a claustrofobia, um sério dano psicológico!
A sala é como uma "solitária-prisão", considerada como castigo, de cima a baixo inteiramente branco, o cérebro cansa, em ambiente sem janelas, sem noção de tempo, da sem luz natural do dia ou da noite, e uma lâmpada fica ligada 24horas.
Por que classificá-los como castigados numa solitária? O que fizeram para merecer?
O jovem rapaz LEONARDO JANU de 25 anos, ao entrar no quarto, teve um impacto que mostrou sinais de pânico para todos os telespectadores.
Esse abuso, causa lesões no cérebro e, conseqüentemente serias complicações, podendo levar ate ao suicídio, sem exageros. No futuro, reflexos em menor pr
avalie fechar
avalie fechar
avalie fechar