Ilustrada
10/02/2008 - 17h39

Prêmio Nobel de Literatura diz que Obama seria morto se eleito

da Associated Press, em Estocolmo

A prêmio Nobel de Literatura Doris Lessing, 88, disse em entrevista ao diário sueco "Dagens Nyheter" que, caso consiga chegar à Presidência dos Estados Unidos, o senador Barak Obama poderia ser assassinado.

O veículo perguntou à escritora se ela apoiava Hillary Clinton ou Barack Obama para a nomeação de candidatura do Partido Democrata. Então, Lessing afirmou que realmente não importava, mas sugeriu aos dois democratas que unissem forças nas eleições.

"Seria melhor se eles concorressem juntos. Hillary é uma senhora muito firme. Seria melhor ela ganhasse e não Obama", afirmou a escritora em comentários traduzidos para o sueco.

"Ele provavelmente não duraria muito, um homem negro na posição de presidente. Eles o matariam", disse Lessing na entrevista publicada neste sábado.

Ela não especificou quem mataria Obama.

O representante de Lessing não pode ser localizado neste domingo.

Lessing já formulou outras declarações polêmicas. Em outubro de 2007, ela disse a um jornal espanhol que os ataques do 11 de Setembro não eram tão terríveis como muitas pessoas imaginavam.

A Academia Sueca, que concede o prêmio Nobel, destacou que a escritora é dona de um poder visionário de ceticismo.

Comentários dos leitores
Maria Regina Ruiz (16) 24/07/2008 00h07
Maria Regina Ruiz (16) 24/07/2008 00h07
RIO DE JANEIRO / RJ
Sr. José Nunes, agradeço da mesma forma. Torna-se mesmo difícil abordar questões relativas a uma terra que até hoje é chamada de "santa" sem entrar no mérito da questão. Minha intenção foi saber se o sr. ficaria restrito ao Antigo Testamento ou se chegaria mais adiante, já que o Deus é o mesmo e a profecia do Apocalipse segue a mesma linha das anteriores, ou seja, conflitos entre o que seria o "bem" e o que seria o "mal", aí cada religião dá a sua interpretação... Mas o grande detalhe para mim, nesse caso, é chegar à conclusão bíblica de que não serão os povos do Antigo Testamento, atuais muçulmanos, os guerreiros de uma possível batalha em Israel. Veja que estou falando em profecias, não que acredite piamente nelas, mas na História mais recente não tem sido o povo árabe o grande perseguidor do povo de Israel, existe sim um conflito de terras que inclusive impede o sonho do "Grande Oriente Médio" de Shimon Peres. Me corrija por favor se estiver errada. sem opinião
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Gustavo Pereira (37) 23/07/2008 11h22
Gustavo Pereira (37) 23/07/2008 11h22
Aproveitando agora o periodo de hibernacao do ciclo eleitoral nos EUA vou comentar a respeito dos problemas com as pesquisas de opiniao nos EUA, como eu havia prometido. Pesquisas de opiniao nos EUA estao sujeitas a um erro muito maior do que no Brasil por dois motivos: 1) o voto popular nacional nao interessa, mas o desempenho em cada Estado e no colegio eleitoral; e 2) o voto nao eh obrigatorio, entao eh preciso "adivinhar" quem vai votar. Ha dois casos emblematicos para ilustrar o primeiro motivo: a eleicao de 2000 quando Gore teve 540 mil de votos a mais que Bush e nao se tornou presidente, e a eleicao de 1980 quando Reagan obteve soh 50,7% do voto nacional, mas venceu em 44 dos 50 Estados americanos. No Brasil eh mais facil ponderar os resultados de uma pesquisa e ajusta-los baseados em informacoes demograficas nacionais do eleitorado porque o voto eh obrigatorio. Nos EUA, eh necessario fazer esse ajuste Estado por Estado e ainda adicionar uma receita caseira pelo Instituto de pesquisa pra adivinhar quem vai votar. Essas receitas sao normalmente baseadas em identificacao partidaria (% de Republicanos, Democratas e Independentes) e demografia do eleitorado que compareceu as urnas em eleicoes passadas em cada Estado. Isso quer dizer que se houver grupos bem mais/menos entusiasmados nessas eleicoes do que nas anteriores, eh provavel que essa receita caseira de ponderacao nao funcione e as pesquisas nao reflitam o resultado real. 1 opinião
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rafael sampaio (3) 23/07/2008 09h47
rafael sampaio (3) 23/07/2008 09h47
Simplesmente mais um presidente. Só isso. Não há nada de novo. 5 opiniões
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