Juliana é o novo anjo e ganha um carro no "BBB"
da Folha Online
A santista Juliana venceu na tarde deste sábado (16) a prova do anjo do "Big Brother Brasil 8" e ganhou um carro. Ela terá o privilégio de imunizar um participante da casa, ou seja, impedir que um colega seja indicado ao quarto paredão triplo do reality show, que será formado neste domingo.
A prova do anjo foi dividida em duas etapas. Na primeira, um jogo de memória, os "brothers" tinham de memorizar carros de cores diferentes em um painel colocado no jardim. Os primeiros três participantes que acertassem dois pares de carros seguiam para a segunda fase: um curso de direção segura e um teste final no autódromo.
Felipe, Ju e Gyselle venceram a primeira etapa e seguiram para o curso, tendo de vestir o uniforme de pilotos de Fórmula 1. No autódromo, a santista se saiu melhor entre os colegas, conquistando o cobiçado colar do anjo.
Na noite de domingo, Juliana poderá imunizar um dos companheiros da casa, para que ele não possa ser votado pelo grupo ou indicado pelo líder da semana (Marcelo). O colar do anjo é a única esperança de Fernando --desafeto do médico no reality show -, que tem a certeza de que será emparedado pelo líder. Dificilmente, Juliana salvará a pele de Fernando, pois ela compraria assim briga com Marcelo.
Assim como os demais participantes, o psiquiatra ainda não sabe, mas, além da tradicional indicação do líder, terá de optar entre Thati e Gyselle para mandar ao paredão triplo.
Elas foram escolhidas por Felipe para usarem uma luva vermelha na mão esquerda após o estudante atender o telefone na noite de sexta e ouvir a ordem para apontar dois colegas de que "menos gosta" para a tarefa. Gyselle é a melhor amiga de Marcelo no "BBB", o que praticamente zera seus riscos de ser indicada pelo líder.
Anjo Monstro
Juliana teve de dar uma de "Anjo Monstro", transformando os companheiros Marcos e Fernando em "nêgas malucas". Eles não podem tirar até domingo a cômica fantasia composta de meia-calça preta, tamancos prateados de salto alto, vestido vermelho florido e uma peruca de cabelos cacheados pretos, tendo de dançar para os companheiros em queijinhos no meio do jardim toda vez que tocar um samba na casa.
"Marcão, eu sei que você ama dançar, por isso eu sei que você vai arrasar", disse Juliana, sorrindo. Marcos encarou numa boa a tarefa de usar por 72 horas a fantasia, sentindo dificuldade apenas para malhar.
A mesma receptividade não teve Fernando, que se assustou com o figurino. "Ah, salto alto, não! Eu vou cair do salto, não sei andar nisso", reclama o capixaba, que teme ser indicado ao paredão pelo líder da semana, o médico Marcelo, e que buscava uma esperança no colar do anjo, conquistado por Juliana.
Machista, Fernando não gostou de ser apontado para a tarefa, temendo ser ridicularizado fora da casa ao aparecer na TV."Vão me zoar até a morte lá fora. A Juliana me quebrou as pernas. Imagina amanhã, cara? Eu indo falar com o Bial assim", disse ele a Marcos, que se divertia com a preocupação do amigo.


Está evidente que está ocorrendo um conflito de abusos contra os direitos humanos, da liberdade, dignidade e respeito com os concorrentes ali presente. Onde está o direito da cidadania? O Ministério da Justiça precisa tomar uma providencia urgente, antes que mais alguma outra prova possa trazer mais lesões aos concorrentes.
A PIOR DE TODAS as PROVAS ATE ONTEM FOI, QUANDO CONFINARAM NUMA SOLITÁRIA DE 2 X 2 M2, 3 RAPAZES vestidos de branco e descalços. Resultando em danos: a claustrofobia, um sério dano psicológico!
A sala é como uma "solitária-prisão", considerada como castigo, de cima a baixo inteiramente branco, o cérebro cansa, em ambiente sem janelas, sem noção de tempo, da sem luz natural do dia ou da noite, e uma lâmpada fica ligada 24horas.
Por que classificá-los como castigados numa solitária? O que fizeram para merecer?
O jovem rapaz LEONARDO JANU de 25 anos, ao entrar no quarto, teve um impacto que mostrou sinais de pânico para todos os telespectadores.
Esse abuso, causa lesões no cérebro e, conseqüentemente serias complicações, podendo levar ate ao suicídio, sem exageros. No futuro, reflexos em menor pr
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