Sexo de miss do "BBB" é tema mais discutido do mês no YouTube
SÉRGIO RIPARDO
Editor de Ilustrada da Folha Online
O vídeo em que a miss Natália Casassola, 22, admite ter feito sexo anal é o mais discutido do mês e o segundo mais visto no YouTube Brasil, em sua categoria. Em conversa no "Big Brother Brasil 8", a gaúcha questionou seus colegas Rafinha e Marcão se eles já fizeram sexo anal com alguma "guria". A investigação espinhosa dos hábitos íntimos masculinos foi feita pela loira de Passo Fundo (RS) em linguajar curto, grosso e sem eufemismos. É só mais uma pérola do conteúdo do programa de maior audiência da TV no verão.
Há versões do vídeo com mais de 390 mil acessos e comentários de internautas condenando a exposição pública de um tema, digamos, tabu (imagina o rebuliço se o tempo fosse o dos generais). A cena (tape os ouvidos se odeia ouvir monossílabo de baixo calão) só foi ao ar no pay-per-view e lidera as discussões do YouTube na categoria "pessoas e blogs". A Globo só pode transmitir o "BBB 8" em rede aberta a partir das 22h, seguindo classificação indicativa do Ministério da Justiça.
| Reprodução |
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| Natália constrange casa com comentários sobre intimidades, como a prática de sexo anal |
Os rapazes, posando de guardiões dos costumes e da austeridade, ficaram envergonhados com a pergunta desbocada. "Fico com vergonha de falar nesse assunto em rede nacional", disse Marcos, cheio de dedos (sentido figurado), tentando mudar o rumo do colóquio ("Hoje só choveu, não fez sol").
Deitada na casa, Natália insistiu na idiossincrasia proctológica: "Gente, eu não posso fazer uma pergunta básica? Não é uma coisa de outro mundo... Estou falando de sexo", justificou a miss, que não revelou ainda se leu em sua vida o clássico de citações nas passarelas "O Pequeno Príncipe", de Antoine de Saint-Exupéry (1900-1944).
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| Cientes das câmeras, homens escondem intimidade e evitam tocar em assuntos sexuais |
Rafinha aproveita para devolver a questão epistemológica e indaga se ela já fez sexo anal. "Já, mas não gosto, porque dói", respondeu a miss, lamentado a dificuldade de tocar (stricto sensu) nesse assunto embaraçoso com seu namorado Fernando ("Ele é careta").
Contrária a uma retórica puritana, ela diz que conversa sobre esse assunto com seus amigos fora da casa, e eles respondem sem problemas. Entre os comentários sobre o vídeo, alguns elogiam o lado liberal da miss em relação a sua sexualidade (por exemplo, ela não se envergonha em atiçar o namorado), enquanto outros criticam seu tom debochado de introduzir temáticas impróprias.
De fazer corar Cris Nicolotti, autora do hit "Vai Tomar no C.", a miss já chegou a tirar as feministas do sério com sua verborragia: "Carinho a gente recebe de pai e mãe, homem tem de dar é porrada na cama", confessou a gaúcha. O dramaturgo e "anjo pornográfico" Nelson Rodrigues (1912-80), que defendia a idéia explosiva e machista de que "só as mulheres normais gostam de apanhar", deve ter gritado do céu, exigindo seu crédito.
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Especial




Está evidente que está ocorrendo um conflito de abusos contra os direitos humanos, da liberdade, dignidade e respeito com os concorrentes ali presente. Onde está o direito da cidadania? O Ministério da Justiça precisa tomar uma providencia urgente, antes que mais alguma outra prova possa trazer mais lesões aos concorrentes.
A PIOR DE TODAS as PROVAS ATE ONTEM FOI, QUANDO CONFINARAM NUMA SOLITÁRIA DE 2 X 2 M2, 3 RAPAZES vestidos de branco e descalços. Resultando em danos: a claustrofobia, um sério dano psicológico!
A sala é como uma "solitária-prisão", considerada como castigo, de cima a baixo inteiramente branco, o cérebro cansa, em ambiente sem janelas, sem noção de tempo, da sem luz natural do dia ou da noite, e uma lâmpada fica ligada 24horas.
Por que classificá-los como castigados numa solitária? O que fizeram para merecer?
O jovem rapaz LEONARDO JANU de 25 anos, ao entrar no quarto, teve um impacto que mostrou sinais de pânico para todos os telespectadores.
Esse abuso, causa lesões no cérebro e, conseqüentemente serias complicações, podendo levar ate ao suicídio, sem exageros. No futuro, reflexos em menor pr
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