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Ilustrada
07/03/2008 - 09h04

Ficção mostra o assassinato do presidente americano

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ADRIANA FERREIRA SILVA
do Guia da Folha

George W. Bush morreu em outubro de 2007. O presidente dos Estados Unidos foi assassinado por um franco-atirador em Chicago, após participar de um evento em sua homenagem.

Divulgação
Cena do documentário fictício, que retrata o assassinato do chefe de Estado norte-americano, do diretor britânico Gabriel Range
Cena do documentário fictício, que retrata o assassinato do chefe de Estado norte-americano, do diretor britânico Gabriel Range

As conseqüências de sua morte são relatadas em "Death of a President", filme que estréia nesta sexta com o título "A Morte de George W. Bush".

O homicídio fictício do mandatário norte-americano é retratado em forma de documentário por Gabriel Range. O diretor britânico alterna imagens de arquivo de Bush com depoimentos de envolvidos no episódio (os suspeitos, o chefe da segurança etc.) e cenas manipuladas em computador, nas quais um ator recebe o rosto do governante.

Se fosse verdadeiro, "A Morte..." seria um documentário quadradão, até um pouco chato. Esse formato, no entanto, foi a sacada de Range para dar veracidade às cenas, colocando ainda em questão o quanto a realidade pode ser manipulada --a exemplo do que faz Michael Moore, diretor de "Sicko", que também entra em cartaz hoje, dia 7.

Range causou polêmica e recebeu críticas negativas de jornais como o "NYT". Mas sua ousadia foi premiada pela crítica no festival de Toronto (Canadá) em 2006. Em tempo: ao final, a conclusão é que matar Bush é uma péssima idéia.

 

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