"Vou me casar", revela Rafinha após vitória no "Big Brother"
da Folha Online
Durante entrevista a imprensa após sua vitória no "Big Brother Brasil", o músico campineiro Rafinha revelou que dará prioridade à sua banda e que prentende se casar em breve com a namorada. A entrevista foi concedida no Projac, centro de produção da Rede Globo, localizado em Jacarepaguá, no Rio de Janeiro
"Vou casar. Já falei com Lu (namorada) e ela quer. Agora, então, é só pedir. Antes de entrar na casa, já tinha esta intenção", revelou o vencedor do prêmio de R$ 1 milhão.
| Kiko Cabral/Tv Globo |
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| Rafinha comemora vitória na final da oitava edição do "Big Brother Brasil" nesta terça |
Rafinha também disse que pretende chamar Natália para ser madrinha de sua união. "Ela é uma pessoa muito simples, gosto muito dela, mas é só uma amiga", esclareceu o ganhador sobre sua relação com a miss de Passo Fundo (RS), terceiro lugar do programa.
Sobre o assédio de Juliana, Rafinha afirmou que foi "pesado". "Foi difícil na casa, porque ela tem um perfil parecido com o de minha namorada: morena, cabelos longos, pernão... Segurei uma onda mesmo", disse em tom bem-humorado.
Analisando os outros participantes do reality show, o campineiro disse não sair "chateado com ninguém", apesar de ter ouvido e visto certas coisas de que não gostou durante o confinamento, especialmente de Marcelo e Thalita. "Mas eu também falei besteira. Todo mundo errou", ponderou Rafinha.
Sobre uma possível carreira de modelo, ele afirmou que nunca levou a sério. "Não me acho bonitão, me acho comum", disse o músico.
Rafinha tentou ainda fugir do estigma que lhe acompanhou durante toda a competição. "Não sou emo, mas gosto de rock", falou o campeão.
Gyselle
A modelo cajuína Gyselle também falou com a imprensa e revelou que não estava triste com a segunda colocação. "Não estou decepcionada com o resultado, estou feliz", afirmou.
Sobre o futuro, a piauiense disse que pretende voltar para casa --em Teresina-- e "tentar uma vida nova". "Com o dinheiro do prêmio (R$100 mil, concedido ao segundo lugar), quero ajudar minha família, que é grande, e investir ou abrir um negócio", revelou ainda a vice-campeã.
Gyselle ainda comentou as críticas que sobre sua atitude dentro do confinamento. "Não sou seca, sou sincera. Tenho uma história de tudo que passei na infância e vivi lá fora (França). A dificuldade vem lá de trás", contou a modelo.
Na entrevista, a cajuína ainda afirmou que sempre quis ser famosa ("Trabalhei por isso") e que não descarta convites para posar nua ("Acho bonito. Já me convidaram na França, mas não aceitei").
Gyselle ainda afirmou que sua maior dificuldade no programa foi a convivência com pessoas que não conhecia. "Me recusaram desde o primeiro dia. Não sei se foi preconceito, mas não importa. Não guardo rancor de ninguém", completou.
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*Especial



Está evidente que está ocorrendo um conflito de abusos contra os direitos humanos, da liberdade, dignidade e respeito com os concorrentes ali presente. Onde está o direito da cidadania? O Ministério da Justiça precisa tomar uma providencia urgente, antes que mais alguma outra prova possa trazer mais lesões aos concorrentes.
A PIOR DE TODAS as PROVAS ATE ONTEM FOI, QUANDO CONFINARAM NUMA SOLITÁRIA DE 2 X 2 M2, 3 RAPAZES vestidos de branco e descalços. Resultando em danos: a claustrofobia, um sério dano psicológico!
A sala é como uma "solitária-prisão", considerada como castigo, de cima a baixo inteiramente branco, o cérebro cansa, em ambiente sem janelas, sem noção de tempo, da sem luz natural do dia ou da noite, e uma lâmpada fica ligada 24horas.
Por que classificá-los como castigados numa solitária? O que fizeram para merecer?
O jovem rapaz LEONARDO JANU de 25 anos, ao entrar no quarto, teve um impacto que mostrou sinais de pânico para todos os telespectadores.
Esse abuso, causa lesões no cérebro e, conseqüentemente serias complicações, podendo levar ate ao suicídio, sem exageros. No futuro, reflexos em menor pr
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