Repórter da CNN é preso com drogas em Nova York
da Folha Online
Um juíz de Nova York ordenou que o repórter da CNN Richard Quest, 46, se submeta a seis meses de aconselhamento na sexta-feira (18), depois que o jornalista foi preso no Central Park por posse de substâncias controladas, afirmou seu advogado Alan Abramson.
| Divulgação |
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| Richard Quest, repórter da CNN, foi preso em Nova York com drogas |
O repórter britânico, conhecido por seu comportamento tempestuoso, foi preso na madrugada de sexta-feira, a princípio, apenas por estar no parque nova-iorquino após o horário de fechamento, 1h.
Porém, na ocasião, a polícia local encontrou em seu bolso uma sacola plástica contendo metanfetamina, droga estimulante do sistema nervoso central, potente e altamente viciante, afirmou o porta-voz da polícia de Nova York, John Grimphel.
Mais tarde, Quest foi dirigido a Corte, onde o juíz Anthony Ferrara afirmou que o caso seria arquivado caso o repórter comparecesse aos seis meses de aconselhamento.
"Quest não sabia que o parque tinha um horário de recolher e estava retornando ao seu hotel acompanhado de amigos. O caso será arquivado", disse o advogado do repórter.
O âncora inglês, conhecido repórter de negócios e finanças na CNN internacional, apresenta o programa "CNN Business Traveler", assim como sua própria atração, intitulada "Quest", na rede de comunicações.
Cabrini
Em São Paulo, o jornalista Roberto Cabrini foi detido no início da noite da última terça-feira (15) no bairro Jardim Herculano (zona sul) com dez papelotes de cocaína.
Ele foi inicialmente encaminhado ao 100º Distrito Policial, que atende aquele bairro, e transferido ao 13º Distrito Policial.
O jornalista estava na companhia de uma mulher, a comerciante Nadir Dias da Silva, 50, que Cabrini informou ser uma fonte em depoimento à polícia e nota veiculada para a imprensa.
Cabrini foi libertado na quinta-feira (17), após receber o relaxamento da prisão em São Paulo. Com a decisão, a Justiça descarta a possibilidade de que Cabrini seja traficante.
Recém-contratado pela Record, Cabrini passou pela Band e Globo, onde foi correspondente de guerra e apresentador de telejornal.
Com Reuters.
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