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19/04/2008 - 12h48

Repórter da CNN é preso com drogas em Nova York

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da Folha Online

Um juíz de Nova York ordenou que o repórter da CNN Richard Quest, 46, se submeta a seis meses de aconselhamento na sexta-feira (18), depois que o jornalista foi preso no Central Park por posse de substâncias controladas, afirmou seu advogado Alan Abramson.

Divulgação
Richard Quest, repórter da CNN, foi preso em Nova York com metanfetamina
Richard Quest, repórter da CNN, foi preso em Nova York com drogas

O repórter britânico, conhecido por seu comportamento tempestuoso, foi preso na madrugada de sexta-feira, a princípio, apenas por estar no parque nova-iorquino após o horário de fechamento, 1h.

Porém, na ocasião, a polícia local encontrou em seu bolso uma sacola plástica contendo metanfetamina, droga estimulante do sistema nervoso central, potente e altamente viciante, afirmou o porta-voz da polícia de Nova York, John Grimphel.

Mais tarde, Quest foi dirigido a Corte, onde o juíz Anthony Ferrara afirmou que o caso seria arquivado caso o repórter comparecesse aos seis meses de aconselhamento.

"Quest não sabia que o parque tinha um horário de recolher e estava retornando ao seu hotel acompanhado de amigos. O caso será arquivado", disse o advogado do repórter.

O âncora inglês, conhecido repórter de negócios e finanças na CNN internacional, apresenta o programa "CNN Business Traveler", assim como sua própria atração, intitulada "Quest", na rede de comunicações.

Cabrini

Em São Paulo, o jornalista Roberto Cabrini foi detido no início da noite da última terça-feira (15) no bairro Jardim Herculano (zona sul) com dez papelotes de cocaína.

Ele foi inicialmente encaminhado ao 100º Distrito Policial, que atende aquele bairro, e transferido ao 13º Distrito Policial.

O jornalista estava na companhia de uma mulher, a comerciante Nadir Dias da Silva, 50, que Cabrini informou ser uma fonte em depoimento à polícia e nota veiculada para a imprensa.

Cabrini foi libertado na quinta-feira (17), após receber o relaxamento da prisão em São Paulo. Com a decisão, a Justiça descarta a possibilidade de que Cabrini seja traficante.

Recém-contratado pela Record, Cabrini passou pela Band e Globo, onde foi correspondente de guerra e apresentador de telejornal.

Com Reuters.

 

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