Concurso fotográfico "Israel 60 anos" seleciona vencedores
da Folha Online
Com o objetivo de fomentar a troca de experiências entre os cerca de 120 mil brasileiros que visitam Israel todos os anos e celebrar os 60 anos do Estado Judeu, o concurso fotográfico "Israel 60 anos" foi lançado no início do mês de fevereiro.
Com as inscrições encerradas em 30 de abril, agora, o concurso, destinado a brasileiros maiores de 18 anos e que não sejam fotógrafos profissionais, está em fase de seleção e classificação dos projetos vencedores.
As imagens serão escolhidas por uma comissão julgadora composta por nomes influentes da fotografia brasileira como Luiz Trípoli e Bob Wolfenson, entre outros. Além da comissão, o publico também poderá votar, através do site oficial do concurso.
Os vencedores da competição, que serão comunicados por carta ou e-mail pela organização do concurso até 30 de maio, terão suas fotos serão expostas no Centro da Cultura Judaica a partir do dia 23 de junho, data da premiação.
Para a competição, foram definidas três categorias: "Jerusalém" (diferentes manifestações religiosas, lugares históricos, místicos e míticos, o antigo e o novo e pela paz), "Crianças de Israel" (o novo perfil da sociedade israelense, diversidade étnica e cultural, educação em Israel - projetos educativos) e "60 anos - Israel, Um País do Futuro" (tecnologia em benefício da humanidade, florescendo em um deserto).
Serão premiados os três primeiros lugares em cada categoria. Os melhores colocados serão contemplados com passagens para Israel e máquinas fotográficas digitais. Um prêmio especial para o vencedor pelo voto popular é estudado atualmente pelos organizadores do concurso.
A iniciativa do concurso acontece por meio de uma parceria da Na'amat Pioneiras Brasil e Associação Moshé Sharett, com apoio do Centro da Cultura Judaica, Keren Kayemet Le Israel (KKL), Embaixada de Israel, Confederação Israelita do Brasil (CONIB) e Federação Israelita do Estado de São Paulo (FISESP).
Leia mais
- APCA premia melhores de 2007 em cerimônia arrastada
- Festival de Cinema de Maringá já tem 175 inscrições de filmes
- Mostra reúne cem registros do Japão por Pierre Verger
- Israel deve buscar paz enquanto pode, diz ativista israelense
- Veja sugestão de sete livros sobre a história de Israel e seus conflitos
Livraria
- Guia traz roteiro para explorar Jerusalém e a Terra Santa
- Veja como os judeus estão distribuídos pelo mundo em capítulo de "O Atlas das Religiões"
- Conheça as origens do judaísmo em capítulo de "Religiões"
- Saiba quais são os principais fundamentos do judaísmo em capítulo de "O Atlas das Religiões"
- Conheça a origem do nome Israel em capítulo de "A Origem dos Nomes dos Países"
Especial


As autoridades francesas devem concordar em impedir os parisienses franceses de entrar na área da tumba sagrada, pois isto pode ser visto como provocação pelos corsicanos.
A Santa Capela e a Igreja de Notre Dame devem, é claro, ser internacionalizadas sob os auspícios do Vaticano e das organizações internacionais pela preservação do patrimônio artístico universal. Na realidade, os franceses devem considerar uma grande honra que tanta gente veja Paris como uma cidade internacional.
Os franceses não têm do que reclamar, pois desfrutarão dos benefícios da paz e manterão o controle dos Champs Elisées.
Mas, pensando melhor, até mesmo os Champs Elisées podem ser demasiado. Afinal, para ser coerente com a posição francesa para com Israel, a capital francesa não pode ser Paris, mas sim Vichy.
avalie fechar
As autoridades francesas devem concordar em impedir os parisienses franceses de entrar na área da tumba sagrada, pois isto pode ser visto como provocação pelos corsicanos.
A Santa Capela e a Igreja de Notre Dame devem, é claro, ser internacionalizadas sob os auspícios do Vaticano e das organizações internacionais pela preservação do patrimônio artístico universal. Na realidade, os franceses devem considerar uma grande honra que tanta gente veja Paris como uma cidade internacional.
Os franceses não têm do que reclamar, pois desfrutarão dos benefícios da paz e manterão o controle dos Champs Elisées.
Mas, pensando melhor, até mesmo os Champs Elisées podem ser demasiado. Afinal, para ser coerente com a posição francesa para com Israel, a capital francesa não pode ser Paris, mas sim Vichy.
avalie fechar
É preciso neste caso instituir o "full withdrawal for full peace" [retirada total pela paz total]. Além disso, a França deve receber de volta e compensar todos os alemães étnicos expulsos da Alsácia e da Lorena após a I e a II Guerras Mundiais, bem como a todos definidos por estes como seus descendentes.
Isto, é claro, é apenas o primeiro passo rumo a uma solução, pois não se pode premiar agressores, e a França possui muitos outros territórios roubados. Ela levou a Córsega de Genova, levou Nice e Savoy de Piedmont. A Itália deve então receber todas essas terras de volta. Da mesma maneira, os territórios tomados dos Habsburgos devem ser devolvidos à Áustria, incluindo Franche-Comt, Artois e a Burgúndia histórica. A área de Roussillon (ao longo dos Pireneus) deve ser devolvida à Espanha, que é o seu dono legítimo. E a Normandia, Anjou, Aquitaine e Gascônia devem ser devolvidos a seus donos legítimos, a família real britânica.
Mas isto tampouco é suficiente para chegar a uma paz duradoura. A Bretanha e o Languedoc devem receber autonomia imediatamente, reconhecendo as organizações para a libertação da Bretanha e do Occitan como seus legítimos governantes. Os corsicanos obviamente têm direito histórico à tumba do imperador Napoleão, seu mais famoso nativo, bem como o complexo de Invalides e arredores. Pela causa da paz não seria um exagero pedir que Paris fosse a capital de dois povos.
avalie fechar