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07/05/2008 - 14h55

Concurso fotográfico "Israel 60 anos" seleciona vencedores

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da Folha Online

Com o objetivo de fomentar a troca de experiências entre os cerca de 120 mil brasileiros que visitam Israel todos os anos e celebrar os 60 anos do Estado Judeu, o concurso fotográfico "Israel 60 anos" foi lançado no início do mês de fevereiro.

Com as inscrições encerradas em 30 de abril, agora, o concurso, destinado a brasileiros maiores de 18 anos e que não sejam fotógrafos profissionais, está em fase de seleção e classificação dos projetos vencedores.

As imagens serão escolhidas por uma comissão julgadora composta por nomes influentes da fotografia brasileira como Luiz Trípoli e Bob Wolfenson, entre outros. Além da comissão, o publico também poderá votar, através do site oficial do concurso.

Os vencedores da competição, que serão comunicados por carta ou e-mail pela organização do concurso até 30 de maio, terão suas fotos serão expostas no Centro da Cultura Judaica a partir do dia 23 de junho, data da premiação.

Para a competição, foram definidas três categorias: "Jerusalém" (diferentes manifestações religiosas, lugares históricos, místicos e míticos, o antigo e o novo e pela paz), "Crianças de Israel" (o novo perfil da sociedade israelense, diversidade étnica e cultural, educação em Israel - projetos educativos) e "60 anos - Israel, Um País do Futuro" (tecnologia em benefício da humanidade, florescendo em um deserto).

Serão premiados os três primeiros lugares em cada categoria. Os melhores colocados serão contemplados com passagens para Israel e máquinas fotográficas digitais. Um prêmio especial para o vencedor pelo voto popular é estudado atualmente pelos organizadores do concurso.

A iniciativa do concurso acontece por meio de uma parceria da Na'amat Pioneiras Brasil e Associação Moshé Sharett, com apoio do Centro da Cultura Judaica, Keren Kayemet Le Israel (KKL), Embaixada de Israel, Confederação Israelita do Brasil (CONIB) e Federação Israelita do Estado de São Paulo (FISESP).

Comentários dos leitores
Rogério Clemente (2) 13/02/2009 19h49
Rogério Clemente (2) 13/02/2009 19h49
Uma coisa que sempre citam quando o assunto é sobre a Terra Santa (imagine se fosse terra amaldiçoada) é sobre o terrorismo. Mas o que é realmente terrorismo? Israel pratica terrorismo de estado e os palestinos lutam contra a ocupação. Então a partir daí podemos dizer que os israelenses é quem são terroristas, e os palestinos são anti-terroristas.
Também tem a questão do holocausto, sendo usado como recurso para vitimizar os judeus e colocar os palestinos como substitutos dos alemães. Isso obviamente é irônico, pois inverte os papéis da vítima e do algoz.
Falar em holocausto lembra revisionismo, mentirosamente chamado de negação do holocausto. Não se nega o holocausto e sim se revisa. O máximo que se nega é a versão oficial.
Há um projeto de lei, do Dep. Marcelo Itajiba, que pretende criminalizar a negação do holocausto (e obviamente sua revisão). Se o revisionismo é algo inválido, bastariam simples explicações para desmentir. Só. Mas o fato de criarem lei proibindo pensar, duvidar, indagar, já é motivo para se desconfiar. E não é a toa, pois o revisionismo não só apresenta outra versão, mas também denuncia a chamada industria do holocausto, onde o sofrimento das vítimas seria usado como forma de lucro fácil, além de ter ajudado a forçar a criação do estado de Israel. Só a mentira precisa de censura, e comparar revisionismo com apologia ao nazismo é no mínimo covardia de quem quer fugir de dar explicações e responder certas questões.
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Rogério Clemente (2) 13/02/2009 19h06
Rogério Clemente (2) 13/02/2009 19h06
Não creio que a criação de Israel foi algo tardio, mas não deveria ter sido criado nunca.
Os palestinos estavam lá e os judeus simplesmente foram chegando, tendo o antigo testamento como escritura de terras. Ao invés de uma justificativa, deram uma desculpa, de que seus ancestrais ali viveram a milênios, portanto as terras são suas.
Israel assassinou inocentes, até crianças. Claro que os palestinos não ficariam sem fazer nada. Não só podem como DEVEM lutar contra invasores. Desejar o fim do estado de Israel é o mínimo, tendo em vista que este estado está promovendo o fim do povo palestino.
E é bom deixar claro algumas coisas: Hamas, Hezbollah e Fatah não são grupos terroristas, como a mídia teima em afirmar. O Brasil oficialmente os reconhece como partidos políticos. Do ponto de vista palestino, Kadima e Likud é que seriam grupos terroristas.
Também tem a questão do holocausto. Usar isso como desculpa para matar palestinos é absurdo. Querem compensar o holocausto judeu com um holocausto palestino? Por isso digo que os sionistas fizeram um curso de genocídio na faculdade de Auschwitz, com o professor Menguele, cujo reitor era Adolf Hitler. Dali sairam com diploma de mestrado e doutorado.
Se os judeus tinham algum direito àquelas terras, deveriam simplesmente ir chegando com bons modos, respeitando seus anfitriões. Pelo que fizeram aos inocentes palestinos, já perderam o direito de estar ali a muito tempo. Portanto, não reclamem depois se ocorrer uma nova diáspora.
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Claudio Roberto (3) 07/01/2009 19h07
Claudio Roberto (3) 07/01/2009 19h07
Acerca do que ocorre na Faixa de Gaza, independente dos recursos bélicos disponíveis do lado israelense e do número de militantes que engrossem as fileiras do Hamas, é a população civil de ambas as partes que sairá derrotada e pior a diplonacia, na medida em que as potâncias ocidentais não impuserem sanções mais pesadas para os dois lados e retomarem os diálogos sobre a paz na região, a muito esquecidos com a 'cruzada anti-terror" do senhor Bush, que não teve quaisquer resulados positivos e o governo israelense atual, infelizmente resolveu adotar. 10 opiniões
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