"Paradas clandestinas" vão receber homenagem
da Folha de S.Paulo
Duas paradas gays clandestinas, que acontecem à revelia das prefeituras locais e sob repressão policial, serão homenageadas neste ano em São Paulo.
Dois líderes da militância de Moscou e de Jerusalém, onde gays fazem a passeata sob ovos, tomates e retaliação de grupos fundamentalistas, vieram ao Brasil para reforçar a afirmação do evento paulistano no plano internacional.
Jerry Levinson, que representa a organização da parada de Jerusalém, diz que em Israel militantes sofrem retaliações de grupos ortodoxos.
"Colocaram gente para jogar tomates e ovos nos manifestantes. Meu desejo é que Jerusalém veja um dia 3,5 milhões de pessoas caminhar por essa causa."
Outro ativista internacional, o russo Nikolai Alekseev também veio a São Paulo. Segundo ele, há três anos a parada de Moscou é proibida pela prefeitura e sofre repressão da polícia. "Vai todo mundo preso", conta.
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