Obras de arte valiosas vão a leilão em Londres
da France Presse, em Londres
Obras avaliadas em mais de US$ 1 bilhão (cerca de R$ 1,6 bilhão) trocarão de mãos nos leilões que começam na próxima semana, em Londres, em um mercado de arte que continua desafiando todos os prognósticos de um colapso iminente devido à crise do crédito.
Esta estimativa é a maior para um leilão de arte na Europa, segundo as principais casas de leilões, Christie's e Sotheby's, enfatizando a presença de novos compradores da Ásia, Oriente Médio e Rússia como motivo de aquecimento do mercado.
Dez das 56 obras oferecidas pela Sotheby's em seu leilão de arte impressionista e moderna de 25 de junho estão avaliadas em mais de US$ 4 milhões, entre elas trabalhos de Pablo Picasso, Joan Miró, Maurice de Vlaminck e Alberto Giacometti.
A Christie's oferecerá no dia 24 um total de 81 obras impressionistas e modernas estimadas em US$ 250 milhões, entre elas Degas, Henri Matisse, Picasso, Camille Pissarro e Henry Moore.
O lote mais caro é um óleo de Monet, "Le Bassin aux Nympheas", de 1919, avaliado entre 36 e 48 milhões de dólares.
Já a estrela do leilão na Sotheby's é "La Danseuse" (1919), do futurista italiano Gino Severini, que está calculada entre 14 e 20 milhões de dólares.
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