Veja perfil de Caco Barcellos
da Folha Online
Por "Abusado" (Record, 2003), que explora o mundo de grandes grupos que comandam o crime organizado no Rio de Janeiro, o jornalista Caco Barcellos ganhou o prêmio Jabuti de livro de não-ficção em 2004. Isso depois de, em 1992, ter abalado os alicerces da Polícia Militar de São Paulo, em seu polêmico "Rota 66" (Record, 2003) --também agraciado com o mesmo Jabuti.
| Divulgação |
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| O jornalista e também escritor Caco Barcellos, que participa da Flip-2008 |
A marca desse gaúcho, jornalista da TV Globo, é o jornalismo investigativo, e foi premiado não só por seus livros, mas também por diversas reportagens na televisão, em jornais e revistas de destaque.
Caco Barcellos tratará com o inglês Misha Glenny, na mesa "Os Fuzis", da Flip, das proporções que a criminalidade tomou, em que a globalização atinge um papel aterrador.
Em 1992, quando expôs a atuação irregular da Rota (Ronda Ostensiva Tobias de Aguiar), máquina do Estado que exterminou indiscriminadamente milhares de pessoas, a estrutura do micropoder criminoso (o combustível que vazava da Rota) tinha regras, objetivos e instrumentos distintos do que hoje
Barcellos não "pinta" o objeto jornalístico a fim de minimizar, relativizar ou expor em ficção, mas as cores escolhidas pela hábil mão do narrador-jornalista denotam o fascínio que esse exerce pela comunidade que se deixa atuar por ele.
Fonte: Flip; Editora Record
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