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16/07/2008 - 20h07

Após 18 programas, "CQC" cresce e impulsiona ibope da Band

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da Folha Online

O programa "CQC" ("Custe o Que Custar") melhorou seus índices de audiência ao longo dos últimos quatro meses, desde que a atração estreou na programação da Band em 17 de março. A atração já ostenta o título de segundo maior ibope da emissora, empatada com o "Jornal da Band", em ranking liderado pelo "Brasil Urgente".

Divulgação
Elenco do humorístico "CQC", que ajudou a Band a melhorar audiência nos últimos quatro meses
Elenco do humorístico "CQC", que ajudou a Band a melhorar audiência nos últimos meses

Apresentado por Marcelo Tas às segundas, a partir das 22h15, o programa foi conquistando seu público cativo. Em suas três primeiras exibições, a atração humorística registrava 3 pontos de média, na Grande São Paulo. Já nos últimos três programas, o "CQC" conquistou uma média de 4 pontos, o que pode ser considerado um bom índice de audiência para a emissora no horário.

Nas últimas semanas, devido ao sucesso da novela "Pantanal",reprisada pelo SBT no final da noite, o "CQC" perdeu a terceira colocação no ranking do Ibope, mas o desempenho do programa ainda está na casa dos 4 pontos.

O "CQC" é, originalmente, uma produção televisiva da Argentina, onde conta com apresentação do jornalista Mario Pergolini sob o nome de "Caiga Quien Caiga".

Criado pela produtora Cuatro Cabezas, o programa repercute com humor ácido os principais temas políticos e do cotidiano, além de colocar celebridades em situações de saia justa com perguntas impactantes.

No Brasil, além de Tas, o programa de "jornalismo irreverente" conta com apresentação de Rafinha Bastos e Marco Luque, além dos repórteres Rafael Cortez, Danilo Gentili, Felipe Andreoli e Oscar Filho.

Além do Brasil e da Argentina, o formato do "CQC" também já chegou a Espanha, Itália, França, Israel, Chile e Uruguai.

Comentários dos leitores
Nádia Belo (1) 11/12/2009 20h59
Nádia Belo (1) 11/12/2009 20h59
Quanto ao programa CQC, nenhuma critica. É um programa humorístico que nada tem haver com Pânico ou Casseta e Planeta (aliás, passa bem longe), que tem o futebol, eventos e principalmente a política como instrumentos de seu humor. Costumo me manter sempre atenta sobre a política do país, mas como a cada segundo alguém faz alguma "coisa errada", fica dificíl saber de tudo, e confesso sem a menor vergonha de que o programa me deixa a par de muita coisa e as vezes até me faz ver tal problema por outro ângulo. Sim, eles não querem que sejamos alienados e quem dera minha empregada assistisse ou melhor, entendesse o soco na cara por trás das piadas que eles fazem com nossos políticos.
Mas quanto ao livro, que é o que se "discute" aqui, ainda não o li, apenas um trecho, portanto não posso afirmar -como muitos fizeram aqui- que ele ensinará às crianças/jovens a botar fogo no colégio ou grudar chiclete no cabelo da Tia, nem tampouco que ele ensinará a fazer "pum" com o braço p/atrapalhar a aula. Enfim, quem acha que o livro é o pecado materializado que não compre e quem ainda assim acha que seus filhos terão acesso a ele, que ensine a seus filhos o que vcs jugam correto e digam o pq que o livro tá errado que vc estará fazendo seu dever de pai/mãe. Comprei o livro, mas ainda não chegou, minha espectativa? RIR muito. Só. Ponto.
Parabéns a quem não leva a vida tão a serio, mas sabe os limites dela. Que tal agora votar melhor nas prox. eleições? Quem vai fazer isso diga: EU! EU! :)
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Luis Jacinto (10) 10/12/2009 16h24
Luis Jacinto (10) 10/12/2009 16h24
Eu compartilho do pensamento de pessoas como; Patrícia Gasp, Isabel Caetano Prado, João Navarro, Francisco Cressoni, Nilson Castro, entre outros que comentaram a matéria, repudiando tal atitude.
Sabemos que atitudes na vida das pessoas são de grande valia, mas...
- Que tipo de atitude?
Como comenta a Patrícia Gasp, o que esse "autor" acharia se pessoas estranhas influenciassem o filho dele a fazer coisas erradas e absurdas?
Isso prova o baixo Q.I, pois não conseguem ter a percepção da abrangência avassaladora e catastrófica incidirá sobre os jovens.
Lamento, pois ele e outros que o apóiam, deveria ter a percepção hoje, para não lamentarem e se arrependerem amanhã.
O mais importante é usar da percepção do que da reflexão, pois muitas vezes a reflexão nos remete ao arrependimento de coisas que "poderíamos" ter evitado e não realizado.
Daí, vem o arrependimento e poderá ser tarde.
2 opiniões
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Márcio Arnaldo Borges (2) 09/12/2009 22h39
Márcio Arnaldo Borges (2) 09/12/2009 22h39
Bom humorista, mau humorista, não importa! Acredito que esse "autor" seja experiente no que faz, mas cuidado! Nem a experiência que transforma alguém em artista, nem a que o conduz à ciência são receitas absolutas! Nesse contexto, a educação ortodoxa é mais segura que incentivar um "papel em branco" a esperar transformar-se em cheque "gordo" por meio da transgressão ao senso comum. 1 opinião
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