Após 18 programas, "CQC" cresce e impulsiona ibope da Band
da Folha Online
O programa "CQC" ("Custe o Que Custar") melhorou seus índices de audiência ao longo dos últimos quatro meses, desde que a atração estreou na programação da Band em 17 de março. A atração já ostenta o título de segundo maior ibope da emissora, empatada com o "Jornal da Band", em ranking liderado pelo "Brasil Urgente".
| Divulgação |
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| Elenco do humorístico "CQC", que ajudou a Band a melhorar audiência nos últimos meses |
Apresentado por Marcelo Tas às segundas, a partir das 22h15, o programa foi conquistando seu público cativo. Em suas três primeiras exibições, a atração humorística registrava 3 pontos de média, na Grande São Paulo. Já nos últimos três programas, o "CQC" conquistou uma média de 4 pontos, o que pode ser considerado um bom índice de audiência para a emissora no horário.
Nas últimas semanas, devido ao sucesso da novela "Pantanal",reprisada pelo SBT no final da noite, o "CQC" perdeu a terceira colocação no ranking do Ibope, mas o desempenho do programa ainda está na casa dos 4 pontos.
O "CQC" é, originalmente, uma produção televisiva da Argentina, onde conta com apresentação do jornalista Mario Pergolini sob o nome de "Caiga Quien Caiga".
Criado pela produtora Cuatro Cabezas, o programa repercute com humor ácido os principais temas políticos e do cotidiano, além de colocar celebridades em situações de saia justa com perguntas impactantes.
No Brasil, além de Tas, o programa de "jornalismo irreverente" conta com apresentação de Rafinha Bastos e Marco Luque, além dos repórteres Rafael Cortez, Danilo Gentili, Felipe Andreoli e Oscar Filho.
Além do Brasil e da Argentina, o formato do "CQC" também já chegou a Espanha, Itália, França, Israel, Chile e Uruguai.
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Mas quanto ao livro, que é o que se "discute" aqui, ainda não o li, apenas um trecho, portanto não posso afirmar -como muitos fizeram aqui- que ele ensinará às crianças/jovens a botar fogo no colégio ou grudar chiclete no cabelo da Tia, nem tampouco que ele ensinará a fazer "pum" com o braço p/atrapalhar a aula. Enfim, quem acha que o livro é o pecado materializado que não compre e quem ainda assim acha que seus filhos terão acesso a ele, que ensine a seus filhos o que vcs jugam correto e digam o pq que o livro tá errado que vc estará fazendo seu dever de pai/mãe. Comprei o livro, mas ainda não chegou, minha espectativa? RIR muito. Só. Ponto.
Parabéns a quem não leva a vida tão a serio, mas sabe os limites dela. Que tal agora votar melhor nas prox. eleições? Quem vai fazer isso diga: EU! EU! :)
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Sabemos que atitudes na vida das pessoas são de grande valia, mas...
- Que tipo de atitude?
Como comenta a Patrícia Gasp, o que esse "autor" acharia se pessoas estranhas influenciassem o filho dele a fazer coisas erradas e absurdas?
Isso prova o baixo Q.I, pois não conseguem ter a percepção da abrangência avassaladora e catastrófica incidirá sobre os jovens.
Lamento, pois ele e outros que o apóiam, deveria ter a percepção hoje, para não lamentarem e se arrependerem amanhã.
O mais importante é usar da percepção do que da reflexão, pois muitas vezes a reflexão nos remete ao arrependimento de coisas que "poderíamos" ter evitado e não realizado.
Daí, vem o arrependimento e poderá ser tarde.
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